- Wanderlei Silva desafiou Popó para uma luta no MMA, questionando a coragem do adversário para enfrentar-no no boxe.
- O primeiro confronto, em setembro, terminou em briga generalizada envolvendo familiares e treinadores.
- Segundo a Revista Piauí, cada lutador recebeu R$ 250 mil para participar dos comerciais do duelo.
- Popó negou a ideia de trégua em março, dizendo que foi propaganda e que, se houver revanche, topa, desde que seja de “homem para lutar como homem”.
- O episódio do ringue incluiu agressão do técnico André Dida contra Popó e resposta do filho do pugilista, Rafael Freitas, com ameaças de processo por tentativa de homicídio; Popó afirmou ter ficado com traumas pós-luta.
Wanderlei Silva enviou um recado direto a Popó, desafiando o campeão de boxe para uma luta no MMA. O objetivo é medir se Popó tem coragem para encarar a competição no ambiente misto. O tema ganhou força após o primeiro duelo entre os dois, que terminou em confusão envolvendo familiares e treinadores.
Popó tem reiterado, em entrevista, que não houve acordo anterior com Wanderlei e que uma revanche pode acontecer caso haja de fato interesse. A declaração foi publicada em março, e o boxer afirmou que, se houver interesse, a luta deve ser tratada com seriedade, sem atalhos.
Cachê e cicatrizes do ringue
A repercussão sobre a relação entre os dois atletas persiste. Segundo apuração da Revista Piauí, cada lutador teria recebido cerca de 250 mil reais para os comerciais do embate. Mesmo com o lucro, as diferenças continuam, com relatos de conflitos durante o combate de setembro de 2025.
O episódio no ringue envolveu agressões entre treinadores e familiares, levando a ameaças de processo por tentativa de homicídio. Wanderlei afirmou em entrevista à ESPN que a violência gerou traumas significativos e não teve comparação com lutas internacionais.
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