- O São Paulo avalia renovar o contrato com a New Balance, vigente até 31 de dezembro de 2027, com possível extensão até o fim de 2032.
- O Conselho Deliberativo está dividido sobre a renovação e convocou o diretor de marketing, Eduardo Toni, para esclarecer pontos em reunião extraordinária na próxima segunda-feira.
- Existe, também, proposta da Penalty, com valores superiores ao da New Balance, porém prazo menor.
- Os valores em jogo incluem o atual teto de até R$ 25 milhões por ano; o novo contrato pode chegar a até R$ 35 milhões anuais com royalties de R$ 15 milhões, com variações de opinião entre R$ 40 milhões e R$ 60 milhões no total anual.
- Quem é a favor da renovação aponta atendimento completo da New Balance, operação da loja oficial no Morumbi e planejamento para 2028/centenário; quem é contra ressalta a proximidade de nova gestão em 2027, dúvidas sobre o real valor do contrato e multa de rescisão inicial de R$ 200 milhões, que diminui até 2032.
O São Paulo está em negociação para renovar o contrato com a New Balance, fornecedora de material esportivo dos EUA. O acordo atual, assinado em 2024, vai até o fim de 2027. Há também uma proposta da Penalty que vem sendo debatida pela diretoria e pelo conselho. Eduardo Toni, diretor de marketing, foi convocado para esclarecer pontos na reunião extraordinária da próxima segunda-feira.
A discussão ganha peso pela importância financeira e simbólica. Um acordo de longo prazo ajudaria o clube a planejar ações no centenário, em 2030, com contratos de maior previsibilidade. O ritmo de negociações teve alta após a crise interna que levou à renúncia do ex-presidente Julio Casares e à chegada de Harry Massis Júnior.
Proposta e mudanças internas
O contrato vigente com a New Balance começou em 2024 e tem duração de quatro anos. A renovação poderia estender até 2032, já incluindo parte de 2026. A diretoria avalia os impactos políticos e financeiros da assinatura.
As propostas envolvem valores expressivos. Enquanto setores internos trabalham com cenários de até R$ 60 milhões por ano em royalties, há quem estime que o patamar ficaria entre R$ 40 milhões e R$ 60 milhões anuais, incluindo a contribuição de merchandisings.
Valores e condições em disputa
O contrato atual prevê até R$ 25 milhões por ano, com royalties garantidos de R$ 15 milhões. A proposta de renovação avançaria para até R$ 35 milhões anuais, mantendo a base de royalties. Há relatos de um teto de R$ 60 milhões em certos cenários, segundo a imprensa.
Há quem diga que a renovação poderia permitir à loja oficial no Morumbi operadas pelo clube. Outros destacam que o acordo atual inclui pagamentos mensais fixos e participação de royalties, com garantias mínimas já em vigor.
Proposta da Penalty e comparação
A Penalty apresentou uma oferta com valores competitivos, porém com prazo de contrato menor. A presença dessa alternativa mantém o debate aberto entre manter a parceria com a New Balance ou migrar para a Penalty, com impactos em marketing e produção.
Posições no Conselho Deliberativo
O Conselho Deliberativo está dividido entre apoio à extensão com a New Balance e resistência à renovação. Membros ponderam questões técnicas, financeiras e estratégicas para 2030 e o calendário do centenário.
A sessão extraordinária para esclarecer pontos do contrato, com a presença de Eduardo Toni, ocorre na próxima segunda-feira. O objetivo é confirmar cláusulas, prazos, multas e condições de rompimento, e alinhar informações para a votação.
Entre na conversa da comunidade