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Caso deixe a F1, Verstappen pode perder cerca de R$ 1,5 bi

Se abandonar a Fórmula 1 antes de terminar o contrato com a Red Bull, Verstappen pode perder cerca de R$ 1,5 bilhão, conforme estudo técnico

Max Verstappen reage nos boxes durante o terceiro treino livre do GP da Austrália de Fórmula 1 em Albert Park. (Foto: William West/AFP)
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  • Max Verstappen pode perder cerca de R$ 1,5 bilhão caso abandone a Fórmula 1 antes do fim de seu contrato com a Red Bull, vigente até 2028.
  • A estimativa foi feita pela University Campus of Football Business, com divulgação no site OLBG, e aponta até 226 milhões de libras de perda total.
  • Se o piloto deixar a categoria com dois anos de contrato restantes, a perda varia entre 151 milhões e 189 milhões de libras em salários, bônus e incentivos, além de impacto nas receitas com publicidade.
  • As saídas não geram multa; o acordo traz cláusulas de saída por metas que podem ser acionadas unilateralmente pelo piloto. A primeira pode ocorrer se ele não ficar entre os dois primeiros no Mundial de Pilotos até a pausa de verão, com o GP da Hungria em 26 de julho como referência.
  • A análise ocorre em meio a insatisfação de Verstappen com mudanças regulatórias da FIA e a relatos sobre possível aposentadoria após o GP do Japão, onde o tetracampeão avalia manter a concorrência.

Max Verstappen pode deixar de receber cerca de R$ 1,5 bilhão caso abandone a Fórmula 1 antes do fim de seu contrato com a Red Bull. A estimativa foi feita por um especialista da University Campus of Football Business, citada pelo site OLBG.

A avaliação aponta que, com dois anos restantes de acordo, a perda direta de salários, bônus e incentivos ficaria entre 151 milhões e 189 milhões de libras. Também haveria queda de receitas com publicidade devido à menor exposição do piloto.

Condições contratuais e cenários de saída

O tetracampeão tem cláusulas de saída que cobrem cada ano até 2028 e, segundo o jornal Bild, funcionam como metas acionáveis pelo piloto sem multa rescisória. A rescisão depende de posições no Mundial até a pausa de verão.

O contrato atual prevê a possibilidade de saída se Verstappen não estiver entre os dois primeiros no Mundial até o intervalo de julho. Em 2026, a primeira cláusula pode ser acionada após o GP da Hungria, em 26 de julho.

Mudanças regulatórias e risco de aposentadoria

A hipótese de aposentadoria aparece em meio a mudanças regulamentares da FIA. Verstappen demonstrou insatisfação com as novas diretrizes e o desempenho no GP do Japão não atingiu as expectativas. A possibilidade de deixar a F1 já circula no meio automobilístico.

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