- Felipe jogou pelo Vasco em duas passagens (1996-2002 e 2010-2012), totalizando 380 partidas oficiais com o clube.
- A regularidade em campo resultou em 200 vitórias, 95 empates e 85 derrotas sob o seu comando; marcou 33 gols.
- Atuando como lateral-esquerdo e, depois, como meio-campista central com a camisa 10, o Maestro ajudou a ditar o ritmo do time.
- Conquistas de destaque incluem Brasileirão de 1997, Libertadores da América de 1998, Rio-São Paulo de 1999, Copa Mercosul de 2000, Brasileirão/Copa João Havelange de 2000 e Campeonato Carioca de 1998.
- Em 2011, liderou o time conhecido como “Trem Bala da Colina” e conquistou a Copa do Brasil, formando o legado de sete troféus de expressão no Vasco.
Felipe Jorge Loureiro, conhecido como Maestro, é lembrado pela raiz vascaína, iniciando nas quadras de futsal do Vasco e seguindo para o futebol profissional. Atuou como lateral esquerdo e depois como meia, marcando época em São Januário.
Nascido no Flamengo? Não. O talento surgiu no Vasco, onde abriu caminho com dribles curtos, controle de bola e visão de jogo. Foi peça-chave na moeda de ataque da equipe nas décadas de 1990 e início dos anos 2000.
Ao longo de duas passagens pelo clube (1996-2002 e 2010-2012), Felipe disputou 380 jogos oficiais pelo Vasco, com 33 gols. O currículo inclui títulos expressivos e atuações de alto nível em momentos decisivos.
Trajetória inicial no Vasco
No início da carreira, Felipe dividiu espaço com Pedrinho, formando o lado esquerdo mais técnico do futebol brasileiro. As arrancadas do lateral se associavam às infiltrações do parceiro, gerando jogadas que renderam assistências para artilheiros como Edmundo e Romário.
A atuação constante do Maestro consolidou um estilo marcado pela intensidade e pela construção de jogadas desde a defesa. A dupla com Pedrinho foi decisiva para o Vasco dominar o cenário nacional no fim dos anos 1990.
Números e títulos expressivos
Entre 1996 e 2002, e depois 2010 a 2012, Felipe esteve em campo em 380 partidas oficiais pela Cruz de Malta. O aproveitamento resultou em 200 vitórias, 95 empates e 85 derrotas. Foram 33 gols, com chutes colocados e finalizações criativas.
A galeria de troféus é o destaque do período: Campeonato Brasileiro (1997), Libertadores da América (1998), Rio-São Paulo (1999), Copa Mercosul (2000) e Brasileiro (2000). Também venceu o Carioca (1998.
Retorno e título da Copa do Brasil
Em 2010, Felipe retornou ao Vasco com função de meio-campista central e capitão. Em 2011, liderou o time conhecido como Trem Bala da Colina e ergueu a Copa do Brasil, primeiro título nacional da equipe naquela era.
A passagem de 2011 consolidou o papel de Felipe como referência técnica e liderança dentro do grupo. A conquista elevou ainda mais seu status entre torcedores e na história do clube.
Legado no Vasco
Ao encerrar a carreira no Vasco em 2012, Felipe deixou marcados 380 jogos, técnica apurada vinda do futsal e sete taças de expressão. Sua atuação tornou-se símbolo de vitória e de identificação com a camisa cruzmaltina.
O Maestro é lembrado pela combinação de talento, consistência e ambição competitiva. Em São Januário, o nome dele permanece associado a uma era de conquistas e a um estilo de jogo reconhecido pela precisão.
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