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Técnico de Tsurenko afirma que há pessoas nos vestiários que desejam sua morte

Treinador de Tsurenko acusa a WTA de omissão ao lidar com jogadoras russas e bielorrussas; juiz rejeita ação por falta de comprovação

Lesia Tsurenko (Foto: Jimmie48/WTA)
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  • Lesia Tsurenko está afastada do circuito desde o final de 2024, após disputar os playoffs da Billie Jean King Cup pela Ucrânia.
  • O treinador Nikita Vlasov criticou a WTA, alegando que jogadoras russas e bielorrussas que apoiam a invasão não sofrem consequências e citou o então ex‑presidente Steve Simon.
  • Ele afirmou que há pessoas nos vestiários que desejam a morte de sua família e que a WTA não toma medidas a respeito.
  • Em 2023, Tsurenko sofreu ataque de pânico antes de enfrentar Aryna Sabalenka e escreveu mensagem dizendo que o circuito se tornou assustador; a WTA disse ter oferecido apoio, ressaltando que não discrimina.
  • Tsurenko acionou a WTA judicialmente, mas a juíza Naomi Reice Buchwald rejeitou o processo, por não demonstrar que a entidade era obrigada a proibir jogadoras russas/bielorrussas.

Em Paris, França, a tenista ucraniana Lesia Tsurenko está afastada do circuito desde o fim de 2024, após disputar os playoffs da Billie Jean King Cup pelo seu país. A atual pausa acompanha problemas de saúde mental e retorno incerto às competições.

Em entrevista ao L’Équipe, o treinador Nikita Vlasov criticou a WTA, afirmando que a entidade conhece as jogadoras de Rússia e Bielorrússia que apoiam a invasão e não atua. O relato cita mudanças na liderança, com Portia Portia Archer substituindo Steve Simon em agosto de 2024.

Tsurenko sofreu um ataque de pânico antes de enfrentar Aryna Sabalenka em 2023, descrito como abuso moral nas redes sociais. A WTA disse ter oferecido suporte às jogadoras ucranianas, mas não discriminaria qualquer atleta; Tsurenko entrou com ação judicial contra a entidade.

A juíza federal Naomi Reice Buchwald rejeitou a ação, pois a tenista não comprovou que a WTA era obrigada a proibir a participação de jogadoras russas e Bielorrussas. A decisão manteve, assim, o desenrolar jurídico em aberto até nova manifestação das partes.

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