- Corinthians reconhece pendência com Memphis Depay, com dívida em torno de R$ 42 milhões, segundo o diretor financeiro Emerson Piovesan.
- A diretoria busca solução negociada com parcelamento, sem pagamento único, e o jogador está ciente.
- Há discussão sobre o modelo de contrato com bonificações por desempenho; Piovesan afirma não concordar com esse tipo de premiação, mas vai honrar o acordo.
- Patrocinador deixou de participar dos pagamentos; há possibilidade de patrocínio ou marketing para ajudar, além de reestruturar o salário com ganhos atrelados a acordos comerciais.
- O custo do pacote Depay é de cerca de R$ 7 milhões por mês; o vínculo vai até 20 de junho de 2026, com expectativa de renegociação para reduzir custos e manter o jogador.
O Corinthians reconheceu pendência financeira com Memphis Depay, estimada em cerca de R$ 42 milhões. A confirmação foi feita pelo diretor financeiro Emerson Piovesan em entrevista ao podcast Alambrado Alvinegro.
Segundo Piovesan, a diretoria busca uma solução negociada com o atacante e seu staff, priorizando quitar a dívida sem comprometer o orçamento. A ideia é parcelar o valor, não houve definição do formato final.
O dirigente comentou sobre o modelo contratual do atleta, que prevê bonificações por desempenho. Embora discorde de esse tipo de cláusula, o clube afirma que vai cumprir o acordo existente.
Patrocínio e novas possibilidades contratuais
Piovesan informou que o patrocínio responsável pelos vencimentos do jogador deixou de participar dos pagamentos, o que aumenta a pressão financeira sobre o clube. O Corinthians afirma que avalia alternativas, incluindo uso de patrocínio para partes do contrato.
A diretoria analisa um novo formato de contrato, buscando salário compatível com a realidade do clube e remuneração adicional via marketing e acordos comerciais. A ideia é reduzir o peso fixo sobre o caixa.
Custo e futuro do vínculo
A ESPN aponta que o chamado pacote Depay envolve custos mensais próximos a R$ 7 milhões, somando salários, luvas, bonificações e encargos. Com isso, a diretoria já considera inviável manter o modelo atual.
O vínculo tem validade até 20 de junho de 2026, e há expectativa de renegociação para reduzir despesas. A tendência interna é de que o jogador aceite rever os termos para permanecer no elenco.
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