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Aston Martin busca resolver vibrações do carro antes do GP de Miami

Aston Martin mantém confiança em resolver as vibrações do AMR26 até o GP de Miami, após testes que amenizaram o problema, mas não foram usados na corrida

Fernando Alonso terminou GP do Japão na 18ª posição — Foto: Issei Kato/Reuters
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  • A Aston Martin completou o GP do Japão pela primeira vez em 2026, com Fernando Alonso em 18º lugar, enfrentando repetidos problemas de vibração no carro.
  • Durante os treinos em Suzuka, a equipe testou soluções paliativas que teriam amenizado as vibrações, mas elas não foram usadas na corrida por questões de segurança.
  • O diretor de pista, Mike Krack, afirmou que a meta é chegar ao GP de Miami com a questão resolvida, mantendo as medidas testadas nos treinos.
  • As vibrações já eram um problema desde a pré-temporada, afetando a confiabilidade e colocando em risco a saúde dos pilotos, com Alonso já chegando a perder sensibilidade nas mãos em corridas anteriores.
  • A Aston Martin, em parceria com a Honda, continua buscando uma solução definitiva, aproveitando a pausa de um mês antes das próximas etapas, após cancelamentos de provas por motivos regionais.

Aston Martin tenta encarar um problema persistente de vibrações em seu monoposto. No GP do Japão, a equipe encerrou a prova com Fernando Alonso em 18º lugar, após testar soluções paliativas nos treinos que não foram usadas na corrida. O objetivo agora é chegar ao GP de Miami com a questão mais avançada.

A direção da equipe explicou que as vibrações afetam a confiabilidade do carro e representam risco aos pilotos. Durante as sessões em Suzuka, houve melhoria percebida, mas não suficiente para justificar a implementação durante a prova. Alonso relatou que os tremores estavam presentes, porém menos intensos que em corridas anteriores.

Progresso e próximos passos

Mike Krack, chefe da equipe, disse que as medidas testadas no Japão mostram potencial, mas envolvem segurança na introdução de peças novas. A Aston Martin pretende avançar para Miami, em 3 de maio, com uma evolução que reduza as vibrações e melhore a confiabilidade do conjunto.

Contexto do problema

A origem das vibrações envolve a unidade de potência e o conjunto de baterias, com impactos na pilotagem e na durabilidade dos nervos das mãos. A Honda, fornecedora da Aston Martin, trabalha junto à equipe para identificar soluções estáveis a longo prazo, já que a ênfase segue para uma correção definitiva.

Passado recente

O problema ficou evidente na pré-temporada, quando a Aston Martin foi uma das equipes com menos voltas completadas, apontando falhas de confiabilidade. Em fevereiro, a fabricante revelou que a metade da unidade de combustão contribui para as vibrações, sendo agravada pelo chassi do AMR26.

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