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WSL estreia no circuito com fim das repescagens em Bells Beach

WSL elimina repescagens na estreia em Bells Beach; melhores do ranking de 2025 ganham passagem direta à segunda fase e a decisão fica em Pipeline, no Havaí

Yago Dora em ação nas finais da WSL (Foto: Reprodução/Instagram: @yagodora)
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  • A abertura do Circuito mundial de surfe da WSL em Bells Beach traz o fim das baterias de repescagem, com o ranking de 2025 definindo quem avança direto às fases seguintes.
  • A temporada 2026 comemora 50 anos do surfe profissional, adotando um formato de pontos ao longo de 12 etapas, com a final em Pipeline, no Havaí.
  • O grid da elite terá 32 homens classificados (mais dois convidados e dois wildcards) e 21 mulheres classificadas (mais duas convidados e uma por etapa).
  • Bells Beach reúne mescla de veteranos em estilo clássico e jovens responsáveis por velocidades e aéreos, com brasileiros na rodada inicial, como Filipe Toledo, Italo Ferreira, Gabriel Medina, Yago Dora, João Chianca e outros.
  • A perna final do circuito reunirá os melhores do ranking após as nove primeiras etapas, definindo o campeão mundial entre os top 22 homens e top 14 mulheres.

A temporada 2026 da WSL estreia com mudanças no formato e celebra os 50 anos do surfe profissional. Bells Beach abre o circuito sem baterias de repescagem, elevando a pressão desde o início e definindo vagas diretas para a segunda fase conforme o ranking de 2025. O circuito terá 12 etapas, com o título decidido por pontos ao longo do ano.

A novidade principal é o fim das repescagens. Na prática, os atletas com melhor desempenho avançam direto, enquanto os demais disputam vagas em baterias eliminatórias logo no round de abertura. O sistema premia consistência ao longo de 12 etapas.

Formato da temporada

O grid masculino conta com 32 surfistas classificados, mais dois convidados da temporada e dois wildcards por etapa. Na feminina são 21 atletas, mais duas convidadas da temporada e uma convidada específica por etapa. O fim do ciclo ocorre em Pipeline, Havaí, onde o campeão mundial será definido.

Bells Beach: o palco de abertura

Diferente de outras etapas, Bells Beach exige surfe de bordas potentes e direitas volumosas. O local funciona como palco natural para testar experiência e ousadia dos atletas. A vitória aqui marca a entrada na galeria de campeões históricos.

Participantes brasileiros

Entre os homens, nomes como Miguel Pupo, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Gabriel Medina e João Chianca aparecem em confrontos de Round 2, elevando a presença brasileira. Yago Dora, Mateus Herdy e Alejo Muniz também aparecem entre os favoritos.

Brasileiras na competição

Na divisão feminina, Luana Silva figura entre as favoritas e enfrenta nomes como Stephanie Gilmore, Carissa Moore e outras referências. As rodas de Round 1 trazem confrontos com as principais favoritas para avançar na primeira fase.

Calendário e expectativa

Bells Beach marca o início de uma maratona que se encerra com os cinco melhores no WSL Finals. O calendário 2026, conforme divulgado pela WSL, promete testar fôlego e consistência de todos os atletas ao longo das 12 etapas, até o dia decisivo em Pipeline.

Desempenho e perspectiva

O novo formato aumenta a pressão desde a abertura, exigindo performance constante. A temporada celebra meio século do surfe profissional e traça um caminho inédito para o título mundial, com a final no Havaí ditando o destino do circuito.

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