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Schwartzman pede calendário mais curto e reestruturado

Schwartzman defende encurtamento do calendário de tênis, priorizando Masters 1000 e Grand Slams, citando incertezas sobre Masters árabe e críticas a duração de duas semanas

Diego Schwartzman (Foto: Luiz Pires/Fotojump)
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  • Schwartzman, ex-top 10, aposentou-se no fim do ano passado e trabalha na federação australiana.
  • Em entrevista à Clay, defende encurtar o calendário, com menos torneios, priorizando Masters 1000 e Grand Slams, depois 500 e 250.
  • Destaca que o calendário atual é caótico e defende um modelo mais organizado, similar a Formula 1, golfe e NBA.
  • A temporada sul-americana tem incertezas por causa do Masters 1000 árabe, com decisões ainda em aberto sobre data e local.
  • Critica a duração dos Masters 1000 de duas semanas, dizendo que a extensão gerou mais dias e aumento de receita sem benefício claro aos jogadores.

Diego Schwartzman defende a reformulação do calendário do tênis, defendendo encurtamento e priorização de torneios. O argentino, hoje aposentado do circuito e ligado à federação australiana, concedeu entrevista à Clay.

Para ele, o circuito precisa ficar mais curto, com foco principal nos Masters 1000 e nos Grand Slams, seguidos pelos eventos de 500 e 250 pontos. O objetivo é tornar o calendário mais organizado e menos caótico.

Schwartzman também criticou a complexidade para o público, citando que torcedores não sabem qual torneio está em disputa nem a pontuação de cada evento. Ele citou modelos de referência de outros esportes, como Fórmula 1, golfe e NBA.

Sobre a temporada sul-americana, o argentino mencionou incertezas com a possível introdução do Masters 1000 árabe. Afirmou que várias decisões ainda precisam ser tomadas em relação ao calendário da região.

Caso o torneio árabe seja realizado em fevereiro, é necessário definir se continuará no saibro, migrará para quadras duras ou se manterá na data atual. A discussão envolve logística e superfícies.

Schwartzman elogiou a ideia de reduzir a duração de torneios Masters 1000. Observou que a expansão para quase um mês extra gerou descontentamento entre jogadores, apesar de aumentar a receita para os torneios.

Entretanto, ressaltou que, segundo a ATP, a prática deveria beneficiar os atletas, o que ele questiona diante da quantidade de dias adicional. O ex-número 10 do ranking pediu uma avaliação cuidadosa dos impactos.

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