- A FIFA comunicou acordo com a Canadian Premier League para testar uma possível nova regra de impedimento na temporada que começa no próximo sábado, dia 4.
- A nova interpretação determina que o jogador estará em posição legal se pelo menos uma parte do corpo capaz de marcar gol estiver alinhada com o penúltimo defensor ou atrás dele; mãos não contam.
- Um atacante só fica impedido se houver um espaço visível entre ele e o penúltimo defensor; ou seja, precisa estar completamente à frente do penúltimo defensor para ser punido.
- A FIFA afirma que o limiar visual mais claro pode devolver vantagem aos atacantes e melhorar o ritmo das partidas.
- O chefe de desenvolvimento global de futebol, Arsène Wenger, classificou o projeto-piloto como importante e afirmou que os testes ajudam a entender o impacto, incluindo clareza e fluxo do jogo, além de promover o jogo ofensivo.
A Fifa anunciou que testará uma possível mudança na regra de impedimento. O acordo foi firmado nesta terça-feira entre a entidade e a Canadian Premier League, responsável pelo Campeonato Canadense. Os testes vão ocorrer durante toda a temporada que começa no próximo sábado.
A proposta, criada pelo chefe de desenvolvimento global de futebol da Fifa, Arsène Wenger, redefine o que conta como posição legal. O jogador estará em impedimento apenas se houver um espaço entre ele e o penúltimo defensor, levando em conta apenas as partes do corpo usadas para marcar gols.
Na prática, atacantes devem ficar completamente à frente do penúltimo defensor para serem punidos. A Fifa diz que o limiar visual mais claro pode devolver vantagem aos ataques e tornar o ritmo dos jogos mais fluido. Wenger avaliou os testes como um projeto-piloto importante.
Detalhes da implementação
A Fifa informou que a experiência será realizada em competição profissional para medir impacto na clareza e no fluxo do jogo, além de potenciais ganhos no futebol ofensivo. A expectativa é analisar resultados da fase de testes ao longo da temporada.
A organização destacou que a regra preserva apenas a parte do corpo apta a marcar gol, desconsiderando mãos e braços. O objetivo é reduzir debates de arbitragem e melhorar a tomada de decisão em campo, sem alterar o papel do árbitro assistente.
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