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Diretor do São Paulo aposta em títulos mesmo com 12ª folha da Série A

Rui Costa afirma que o São Paulo pode competir com rivais mais ricos; domínio financeiro deve durar no máximo três anos

Elenco do São Paulo antes do duelo com Palmeiras
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  • Rui Costa, diretor executivo do São Paulo, afirmou no CNN Esportes S/A que o poder de compra de clubes grandes não deve durar mais de três anos.
  • Ele disse que seria mais fácil admitir que o Tricolor não pode competir com times mais ricos, mas que isso seria desrespeitoso com a história do clube.
  • O dirigente destacou que o São Paulo tem algo que o dinheiro não compra e citou as quatro taças conquistadas nos últimos quinze anos: Copa Sul-Americana (2012), Campeonato Paulista (2021), Copa do Brasil (2023) e Supercopa do Brasil (2024).
  • Costa afirmou que a folha do clube fica entre as maiores do Brasil, mas que em dois ou três anos a situação pode mudar, exigindo cautela na gestão.
  • Ele ressaltou que, no futuro, clubes vão precisar ser mais cuidadosos com investimentos, compras de atletas e orçamento.

O diretor executivo do São Paulo, Rui Costa, afirmou em diversas ocasiões no programa CNN Esportes S/A deste domingo que o alto poder financeiro de alguns clubes brasileiros não deve perdurar por muito tempo. Ele destacou a importância de não abandonar a história do clube e a torcida.

Costa ressaltou que manter a competitividade diante de adversários com maiores orçamentos é parte do DNA do São Paulo. O dirigente afirmou que o clube tem potencial que o dinheiro não consegue comprar, incluindo fatores ligados ao vestiário e à identificação com o clube.

O São Paulo viveu nos últimos 15 anos uma seca de títulos de expressão, com apenas quatro conquistas: Copa Sul-Americana (2012), Campeonato Paulista (2021), Copa do Brasil (2023) e Supercopa do Brasil (2024).

> O mais fácil seria dizer que o São Paulo não pode competir, mas isso não seria justo com a história do clube.

> Rui Costa, diretor executivo do São Paulo

Costa também comentou sobre o poder de compra do futebol brasileiro e o volume de investimentos em contratações. Segundo ele, a liderança financeira de alguns clubes deve se manter apenas por um curto períodoo.

> Em dois ou três anos, essa realidade pode mudar. Os clubes precisarão ser cautelosos com investimentos e orçamentos.

> Rui Costa, diretor executivo do São Paulo

Potencial e investimento

O dirigente reforçou que o São Paulo, hoje, tem folha próxima à de grandes clubes brasileiros, mas ainda assim não compete com todos os players financeiros. Ele citou o elenco como exemplo de força que vai além do aspecto financeiro.

Costa destacou também a importância de montar equipes criativas, com jogadores que foram inicialmente rejeitados pela torcida, mas que mostraram desempenho relevante ao longo do tempo. Ele afirma ter convicção de que há valor no vestiário.

Contexto da entrevista

A entrevista foi veiculada no CNN Esportes S/A, que chega à 132ª edição. O programa, apresentado por João Vitor Xavier, aborda os bastidores do futebol do ponto de vista econômico e de negócios, valorizando dados do mercado e estratégias dos clubes.

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