- Gabriel Bortoleto terminou o GP do Japão na 13ª posição após largar na 9ª, perdendo quatro posições no início da corrida em Suzuka.
- O piloto brasileiro comentou que o carro teve bom comportamento nas curvas, mas houve deficiência de desempenho na reta, prejudicando a recuperação.
- Ele afirmou que as largadas vêm sendo um problema desde a etapa da Austrália, com dificuldades para acompanhar os rivals na pista.
- A equipe ainda precisa investigar a fundo as causas, mas aponta que o grip nas curvas estava positivo, faltando ajustar outros fatores.
- Com o intervalo de um mês sem provas, Bortoleto disse que the projeção é usar o tempo para evoluir na fábrica, com ajustes técnicos e desenvolvimento do carro na Alemanha e na Suíça.
Gabriel Bortoleto terminou o GP do Japão na 13ª posição, em Suzuka, após enfrentar problemas na largada e ao longo da prova. O carro mostrou bom comportamento nas curvas, mas houve déficit de desempenho em reta, prejudicando a vitória na corrida de recuperação.
O piloto estreou na relação de largadas na nona posição, mas caiu quatro posições ainda no início. Segundo ele, esse recuo não é novidade para a equipe, que tem encontrado dificuldades desde as primeiras etapas da temporada.
Bortoleto ressaltou que o grip nas curvas estava satisfatório, mas a velocidade em linha reta ficou aquém do necessário. A equipe precisa investigar as causas e buscar soluções para manter o ritmo durante a prova.
Desempenho e perspectivas
Mesmo com os percalços, o jovem da Audi demonstrou confiança no trabalho da equipe e no desenvolvimento do carro. A pausa de um mês é encarada como oportunidade para ajustes técnicos.
A ideia é focar no dinamômetro e no desenvolvimento de fábrica, em especial na Alemanha e na Suíça, para acompanhar o ritmo dos rivais e evoluir o chassis. O objetivo é entregar melhorias para as próximas etapas.
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