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Maior cestinha do NBB, americano disputa seu último Jogo das Estrelas

Shamell Stallworth, aos 45 anos, fará a 13ª e última participação no Jogo das Estrelas do NBB, encerrando 18 temporadas e 9.428 pontos

Shamell pelo Caxias do SUl no NBB (Foto: Divulgação NBB)
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  • Shamell Stallworth, 45 anos, disputará pela 13ª e última vez o Jogo das Estrelas do NBB neste sábado, 28, às 17h30, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
  • O americano é o maior cestinha da história do NBB, com 9.428 pontos, e encerra a carreira ao fim desta temporada, após 18 anos de liga.
  • Ao longo do NBB, ele atuou por Araraquara, Limeira, Pinheiros, Mogi, São Paulo e, recentemente, Caxias do Sul, onde defende o título na temporada 2025/2026.
  • Stallworth aposta na evolução do torneio e relembra que sua primeira participação, aos 28 anos, foi especial; agora espera uma edição mais competitiva com as novidades.
  • Em entrevista, o atleta indica que pode seguir envolvido com o basquete brasileiro fora das quadras, como técnico da base ou em funções administrativas, após a aposentadoria.

Shamell Stallworth, aos 45 anos, fará a 13ª e última participação no Jogo das Estrelas do NBB neste sábado. O americano defende o Caxias do Sul na temporada 2025/2026 e encerra a carreira ao fim desta edição, após 18 temporadas no basquete brasileiro.

Ao longo de 557 jogos no NBB, Stallworth se tornou o maior cestinha da história da competição, com 9.428 pontos. Para a despedida, ele busca aproveitar a experiência e o formato do evento, que trouxe novidades e maior competitividade em 2026.

O jogo acontece neste sábado, 28 de março, a partir das 17h30, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Stallworth afirma que a nova geração de jogadores e as mudanças do torneio ajudam a manter o Jogo das Estrelas atraente.

Trajetória e expectativas

O ala iniciou a trajetória no Brasil em 2004, defendendo Araraquara, passando por Limeira, Pinheiros, Mogi, São Paulo e, recentemente, Caxias do Sul. Sua despedida é marcada pelo desejo de curtir a família e manter vínculos com o basquete brasileiro.

Stallworth destaca que a motivação para seguir foi a oportunidade de permanecer ativo em alto nível, mesmo com a distância da família. Para ele, é possível contribuir com o esporte de outras formas após a aposentadoria.

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