- Bap elogia Leonardo Jardim, dizendo que uma semana no Flamengo pareceu seis meses, e destaca a evolução rápida da equipe; fora de campo, o Flamengo somou três pontos.
- O dirigente afirma ter presença frequente no Ninho do Urubu e manter reunião constante com José Boto e o treinador, discutindo planejamento, minutagem e logística de viagem.
- Ele afirma não pedir escalação ao técnico, busca entender o conceito e comparar treino com o que acontece em jogo; cita conversas com o jogador Danilo sobre adaptação ao Brasil e família.
- Danilo é visto por Bap como potencial grande dirigente, com consciência do que não sabe e grande interesse pelo cargo; o grupo envolve também Leonardo.
- Bap revela manter grupo de mensagens com Boto e Leonardo para troca de impressões, mesmo quando não está no clube, e abordar questões como janelas de viagem e necessidade de reposições na base.
Luiz Eduardo Baptista, o Bap, detalha a evolução do Flamengo sob Leonardo Jardim. O presidente celebra a contratação e destaca o ritmo de crescimento da equipe, mesmo em apenas alguns dias de trabalho.
Bap afirmou que o técnico português transmite seriedade e, ao mesmo tempo, cordialidade. Afastado de apresentações, ele reforça que o elenco tem abraçado o estilo de Jardim e que os resultados dentro de campo já aparecem com os três pontos conquistados.
O dirigente também revelou presença constante no Ninho do Urubu. Reúne-se com José Boto e com o treinador, mantendo um grupo de mensagens para trocar impressões sobre planejamento, minutagem e logística.
Acompanhamento diário e visão de gestão
Bap descreve a rotina de acompanhamento, com reuniões sobre dois jogos por semana, ajustes no planejamento e avaliação de atletas. Ele enfatiza a conversa sobre viagens, hotéis e datas, buscando manter o elenco estável.
O relato amplia a percepção de que o Flamengo trabalha com método. Segundo o dirigente, não há interesse em perguntas diretas sobre escalações; o foco é entender o conceito do funcionamento e comparar treino com jogo.
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