- Fernando Alonso critica o regulamento de 2026, argumentando que a energia do motor elétrico reduz a importância da habilidade do piloto em Suzuka.
- A Aston Martin não conseguiu terminar uma prova até o momento e larga do grid nas duas últimas posições no GP do Japão em Suzuka.
- O GP do Japão ocorre na madrugada de sábado para domingo, a partir das 2h, com transmissões do sportv3, da TV Globo e do ge.
- O gerenciamento de energia, que representa metade da potência total, torna curvas rápidas menos desafiadoras, segundo Alonso, que partirá da 21ª posição no corrida.
- Alonso afirma que o regulamento 2026 pode favorecer a participação de mais membros da equipe na pilotagem e diminui o papel da habilidade humana.
A Aston Martin encara um início de temporada turbulento na Fórmula 1. O time ainda não completou uma prova. No GP do Japão, neste domingo em Suzuka, seus carros largarão das últimas duas posições. O piloto Fernando Alonso expressou frustração com o panorama e com o regulamento de 2026.
A principal queixa de Alonso é sobre o gerenciamento de energia dos motores. A partir deste ano, a parte elétrica representa 50% da potência total, exigindo recarga da bateria em pontos de frenagem. Em Suzuka, curvas rápidas não oferecem muitas oportunidades de recuperação.
O espanhol saiu do treino classificatório em 21º, penúltima posição, com o companheiro de equipe, Lance Stroll, à frente. A posição desfavorecida reforça o tom crítico do bicampeão em relação ao formato atual das corridas.
Para Alonso, as mudanças podem reduzir a exigência técnica dos pilotos. Ele disse que a habilidade humana pode ter menor peso na performance, já que a energia determina boa parte do ritmo das corridas. A opinião dele persiste mesmo com possibilidades de ajustes pela FIA e pela F1.
O GP do Japão ocorre na madrugada de sábado para domingo, a partir das 2h, com transmissão no Sportv3, na TV Globo e pelo ge. Alonso sinalizou que, apesar do cenário, vê espaço para ajustes regulatórios que beneficiem o equilíbrio da competição.
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