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R$ 7 milhões sem comprovação: entrave no balanço do São Paulo

Sete milhões em saques sem comprovação no balanço do São Paulo alimentam investigação policial, com impactos na votação de aprovação do relatório

Morumbis recebe São Paulo x Athletico-PR (Foto: Iza Gianola / Lance)
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  • Foram sacados R$ 11 milhões, sendo R$ 7 milhões sem comprovação, distribuídos em 35 operações e classificados como “fundo promocional da presidência”, segundo relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
  • Os dados foram apurados a partir de relatórios do Coaf; o Lance! confirmou que os valores constam nos autos da investigação policial em curso desde janeiro.
  • Em relação aos cartões corporativos, três foram analisados: vinculados a Julio Casares, Belmonte e Serginho; não houve irregularidades nos cartões de Belmonte e Serginho.
  • Em relação a Casares, foram encontrados cerca de R$ 500 mil em gastos pessoais, posteriormente reembolsados; não houve detalhamento sobre critérios ou correções aplicadas nesse ressarcimento.
  • A votação do balanço termina às 17h; é suficiente a maioria simples para aprovação, mas a falta de justificativas para os saques milionários mantém alguns conselheiros indecisos quanto à aprovação.

Ao todo, o São Paulo enfrentará a apreciação do seu balanço, com destaque para 11 milhões de saques. Deste total, apenas 4 milhões têm comprovantes; o restante carece de justificativa. A apuração ocorre desde janeiro, em investigações em curso.

Os saques configuram 35 operações, apontadas como parte de um que ainda não teve parecer específico. O rótulo utilizado foi fundo promocional da presidência, conforme análise de relatórios do Coaf, órgão federal responsável pelo controle financeiro.

Conselheiros discutem a aprovação do balanço em votação que termina às 17h. A exigência é de maioria simples. A ausência de justificativas para os saques milionários tem motivado pedidos de reprovação de parte dos membros.

Auditorias em cartões

Foram auditados três cartões vinculados a Julio Casares, Belmonte e Serginho. Não houve irregularidades identificadas nos cartões de Belmonte e Serginho. Já em Casares, houve gasto pessoal de cerca de 500 mil, ressarcido posteriormente.

Não houve detalhamento sobre critérios ou ajustes aplicados nesses ressarcimentos. As informações aparecem nos autos da investigação policial, com confirmação pela reportagem do Lance!.

O desfecho depende da votação do balanço, que pode aprovar ou reprovar o documento. A decisão final será comunicada após a contagem dos votos.

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