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Presidente da CBF, Samir Xaud, se posiciona contra Brasa em uniforme da seleção

Samir Xaud, presidente da CBF, veta ‘Brasa’ no meião da seleção; Brasil fica como marca no uniforme, após campanha publicitária da Nike apresentada sem a palavra

Samir Xaud, presidente da CBF (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)
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  • Samir Xaud, presidente da CBF, afirma que não haverá “Brasa” no uniforme principal e que o meião terá “Brasil”.
  • A CBF substitui a palavra “Brasa” por “Brasil” nos meiões da seleção em campanha com a Nike.
  • Xaud disse ter ficado surpreso, pois o material apresentado inicialmente não continha a palavra “Brasa”.
  • A gestão herdou o contrato com a Nike e a campanha foi desenhada para a pré-Copa, com foco no respeito aos símbolos nacionais.

A presidente da CBF, Samir Xaud, confirmou que a Federação substituiu a palavra “Brasa” por “Brasil” nos meiões usados pela Seleção durante a campanha publicitária da Nike. A mudança ocorreu após a apresentação inicial do material à entidade, que não continha o termo questionado. A atual gestão herdou o contrato da administração anterior.

Xaud explicou que o respeito aos símbolos nacionais orienta a decisão. Ele afirmou ter ficado surpreso ao ver a inscrição na peça final, já que o material recebido previamente não trazia a palavra polêmica. O presidente ressaltou que o manto da Seleção é o verde e amarelo, e que não haverá uso de termos que possam soar como desrespeito à bandeira.

Posicionamento da CBF

A direção afirmou que a campanha era parte de uma ação publicitária específica, sem ligação com a identidade histórica da equipe. Foram mencionadas discussões internas sobre o planejamento pré-Copa, enfatizando que o foco do futebol permanece a neutralidade política e o respeito aos símbolos nacionais.

Segundo apuração, as mudanças visam manter a imagem da Seleção alinhada ao legado da equipe e à responsabilidade institucional. A CBF reiterou que não há qualquer manifestação oficial que altere a identidade do time para além do ajuste pontual da campanha em questão.

A nota oficial não detalhou números, contratos ou prazos, mas confirmou a decisão de manter o nome Brasil em elementos oficiais da equipe, preservando a tradição do uniforme principal. Fatos indicam que a discussão envolveu apenas a peça promocional associada à Nike.

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