- A regra da NBA exige 65 jogos para elegibilidade a prêmios e seleções; Cade Cunningham disputou 61 partidas em 2025/26 e pode ficar de fora por lesão no fim da temporada.
- A NBPA criticou a rigidez da norma e pediu que haja exceções, principalmente em casos de lesões legítimas que não envolvem desgaste.
- Cunningham teve médias de 24,5 pontos, 9,9 rebotes e 5,6 assistências, além de 1,5 roubos, em um ano considerado o melhor da carreira.
- Outros astros devem ser afetados pela regra, como LeBron James, Stephen Curry, Giannis Antetokounmpo e Nikola Jokic, que tiveram jogos perdidos ou estão no limite.
- Donovan Mitchell também pediu mudanças; ele concorda com a aplicação da regra, mas defende exceções para lesões, dizendo que a situação precisa ser revista para não excluir talentos por circunstâncias fora do controle.
O caso de Cade Cunningham reacende o debate sobre a regra dos 65 jogos da NBA. O armador do Detroit Pistons está fora de ação após lesão no final da temporada 2025/26 e pode ficar de fora das premiações, mesmo em um ano que tem sido o melhor da carreira dele.
Cunningham disputou 61 partidas na temporada em curso. A lesão no pulmão o afastou por tempo indefinido, prejudicando a elegibilidade aos prêmios. A regra passou a vigorar na temporada 2023/24, exigindo mínimo de jogos para ser considerado em honra e seleções da liga.
A Associação de Jogadores da NBA criticou a aplicação rígida da norma, defendendo exceções em casos de lesão legítima. A entidade argumenta que premiar a excelência deveria considerar contextos médicos e o desempenho do jogador ao longo do ano.
Segundo o agente do atleta, Jeff Schwartz, o período de alto rendimento de Cunningham justifica revisão da regra. Até o momento, o armador registra médias de 24,5 pontos, 9,9 rebotes, 5,6 assistências e 1,5 roubos por jogo.
Outros astros também estão na mira de mudanças, como LeBron James, Stephen Curry e Giannis Antetokounmpo, que tiveram períodos extensa ausência. Nikola Jokic e Victor Wembanyama aparecem próximos ao limite mínimo de jogos.
Donovan Mitchell, por sua vez, reconhece motivos da regra, mas apoia a ideia de exceções. Ele afirma que lesões legítimas devem ser consideradas para evitar cortes que não supervisionem o contexto real da temporada.
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