- A Albânia foi derrotada pela Polônia por 2 a 1, em Varsóvia, na repescagem europeia, encerrando a chance de ter um técnico brasileiro na Copa do Mundo.
- Pela primeira vez desde 1930, o Brasil não terá um treinador nacional na Copa, e Sylvinho ficou perto de manter a tradição, mas foi eliminado.
- O Brasil, após tentativas com Dorival Júnior e Fernando Diniz, escolheu Carlo Ancelotti, italiano, como treinador para a Copa.
- A Polônia saiu na frente com Hoxha no primeiro tempo, Lewandowski empatou aos 17 minutos da etapa final e Zielinski virou com um chute de fora da área.
- Agora a Polônia enfrenta a Suécia na disputa por vaga na próxima Copa do Mundo.
A Albânia foi eliminada da repescagem europeia ao perder por virada para a Polônia, por 2 a 1, nesta quinta-feira (26) em Varsóvia. A derrota encerrou uma marca histórica do futebol brasileiro: pela primeira vez desde 1930, o Brasil não terá um técnico nacional na Copa do Mundo.
A derrota da Albânia impede que Sylvinho, ex-Corinthians, concluísse a campanha pela vaga. A seleção brasileira não utilize apenas treinadores nacionais desde a primeira edição do torneio, mas a sequência foi interrompida com a queda da Albânia.
A própria seleção brasileira viveu um movimento inédito. Após negociações com Dorival Júnior e Fernando Diniz durante a preparação, a CBF optou pelo italiano Carlo Ancelotti para comandar a equipe na Copa, marcando a primeira participação sob um técnico estrangeiro.
O jogo
Em campo, a Albânia abriu o placar aos 42 minutos do primeiro tempo, com Hoxha aproveitando sobra na área. A virada veio na etapa final, quando Lewandowski empatou aos 17 minutos e Zielinski selou a vitória com belo chute de fora da área.
Classificada, a Polônia agora enfrenta a Suécia na definição da vaga para a próxima Copa do Mundo. O duelo será decisivo e define o último representante europeu no torneio.
Treinadores confirmados na Copa do Mundo e nacionalidades
- Grupo A: Coreia do Sul – Hong Myung-bo; México – Javier Aguirre; África do Sul – Hugo Broos
- Grupo B: Canadá – Jesse Marsch; Catar – Julen Lopetegui; Suíça – Murat Yakin
- Grupo C: Brasil – Carlo Ancelotti; Escócia – Steve Clarke; Haiti – Sébastien Migné; Marrocos – Mohamed Ouahbi
- Grupo D: Austrália – Tony Popovic; Estados Unidos – Mauricio Pochettino; Paraguai – Gustavo Alfaro
- Grupo E: Alemanha – Julian Nagelsmann; Costa do Marfim – Emerse Faé; Curação – Fred Rutten; Equador – Sebastián Beccacece
- Grupo F: Holanda – Ronald Koeman; Japão – Hajime Moriyasu; Tunísia – Sabri Lamouchi
- Grupo G: Bélgica – Rudi Garcia; Egito – Hossam Hassan; Irã – Amir Ghalenoei; Nova Zelândia – Darren Bazeley
- Grupo H: Arábia Saudita – Hervé Renard; Espanha – Luis de la Fuente; Uruguai – Marcelo Bielsa
- Grupo I: França – Didier Deschamps; Noruega – Stale Solbakken; Senegal – Pape Thiaw
- Grupo J: Argentina – Lionel Scaloni; Argélia – Vladimir Petkovic; Jordânia – Jamal Sellami; Áustria – Ralf Rangnick
- Grupo K: Colômbia – Néstor Lorenzo; Portugal – Roberto Martínez; Uzbequistão – Fabio Cannavaro
- Grupo L: Croácia – Zlatko Dalić; Gana – Otto Addo; Inglaterra – Thomas Tuchel; Panamá – Thomas Christiansen
A atualização sinaliza ainda a diretriz da seleção brasileira para a Copa do Mundo, com o primeiro comando estrangeiro na história do país. As mudanças refletem escolhas da CBF após avaliação de planos e perfis de técnicos para o torneio.
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