Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomiaEsportes

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Corinthians afirma que queda de R$ 150 milhões é divergência aparente

Corinthians afirma que diferença de receitas de fevereiro no RCE é divergência aparente, citando entradas não operacionais que não entram no rateio

Justiça ameaça colocar interventor judicial após Corinthians declarar R$ 150 milhões a menos de receitas (1:26)
0:00
Carregando...
0:00
  • Corinthians informou ao RCE que R$ 150 milhões declarados a menos em fevereiro representam divergência apenas aparente, possivelmente por diferenças entre receitas operacionais, não operacionais ou usadas em outras formas de rateio.
  • O confronto envolve entradas declaradas de R$ 64.202.368,75 em fevereiro versus R$ 213.414.738,29 apurados pelo administrador judicial, gerando uma diferença total de R$ 149.212.369,37.
  • O clube afirma que itens como operações financeiras, transferências e negociação de atleta não devem entrar no rateio, pois não representam receitas operacionais ou podem se enquadrar no leilão reverso.
  • A posição também aponta que antecipações de patrocínio e transferências entre contas da mesma titularidade não alteram o caixa líquido nem o cálculo do pagamento do RCE; pode haver impacto apenas em leilão reverso.
  • A petição ainda não foi analisada pela Justiça; o juiz intimou o clube para manifestação e avisou sobre possível interventor judicial caso haja resistência ou inconsistências, com acompanhamento de documentação em nuvem.

O Corinthians informou ao Regime de Centralização de Execuções (RCE) que houve uma divergência de R$ 150 milhões entre as receitas declaradas em fevereiro e os valores apurados pelo administrador judicial. A discordância foi apresentada pelo perito responsável pela ação e recebida pelos credores.

Segundo o clube, essa diferença é “divergência apenas aparente”, causada pela inclusão de receitas não operacionais ou destinadas a outras formas de rateio, como o leilão reverso do RCE. O Corinthians afirma estar apresentando transparência e responsabilidade aos juízo, ao AJ e aos credores.

A ESPN revelou, no dia 17 de março, que o perito apontou entradas de exatamente R$ 64.202.368,75 em fevereiro, enquanto o administrador judicial aponta R$ 213.414.738,29. A diferença total chega a R$ 149.212.369,37.

Controvérsia sobre a composição das receitas

O perito identificou valores classificados como operações financeiras, transferências e negociação de atleta, que não teriam

de entrar na base de rateio. O clube sustenta que operações financeiras são desbloqueios de caixa com bancos e retornam ao caixa posteriormente.

O Corinthians também citou antecipações de contratos de patrocínio com recebíveis após fevereiro, afirmando que isso não altera o cálculo do rateio. Também citou que negociações de atletas não devem entrar no rateio, pois podem se enquadrar no leilão reverso.

Posições e próximos passos

O clube explicou que transferências entre contas de mesma titularidade não constituem ganho de capital para o rateio e não afetam o caixa líquido. O racional destacará que antecipações anteriores a fevereiro não foram consideradas no pagamento analisado.

A petição do Corinthians ainda não foi apreciada pela Justiça. O juiz Guilherme Cavalcanti intimou o clube para manifestação e mencionou a possibilidade de interventor judicial caso haja resistência documental. A solicitação do magistrado reforça a necessidade de lisura no processo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais