- A FIA investiga a Mercedes por suposta utilização de sistema de duas fases para fechar a asa dianteira, com tempo total acima de 0s4, segundo sites especializados.
- A regra atual exige que a transição entre os modos reta (asas abertas) e curva (asas fechadas) ocorra em até 0s4; a suspeita aponta para 0s85 no total.
- A denúncia teria partido de outra equipe, ainda sem identificação, e a FIA deve realizar checagens durante o GP do Japão.
- O uso de duas fases poderia reduzir a transferência de carga na frente do carro antes da frenagem, ajudando o equilíbrio na entrada de curva.
- A Mercedes já teve problemas anteriores com a taxa de compressão do motor, que levou a mudanças regulatórias; novo caso segue sob avaliação até junho.
A FIA investiga o funcionamento da asa dianteira da Mercedes, após relatos de que o sistema pode fechar em tempo superior a 0s4, fixado pelo regulamento técnico da F1 em 2026. A quarentena de checagens envolve análises de vídeos e dados da equipe alemã, segundo sites especializados.
A acusação aponta uso de um sistema de duas fases para o fechamento da asa dianteira. O primeiro estágio pode ficar dentro do limite, mas o segundo elevaria o tempo total a 0s85, segundo a cobertura publicada por veículos como a Gazzetta dello Sport. A Mercedes nega qualquer irregularidade.
A investigação ocorre durante o GP do Japão, fim de semana em que a FIA deve ampliar as checagens. A denúncia teria partido de outra equipe, ainda sem identificação formal. Caso haja infração, a equipe deverá ajustar o sistema para cumprir o tempo máximo permitido.
Regulação e próximos passos
O regulamento atual prevê a transição entre modos de aerodinâmica entre 0s4. A Mercedes já enfrentou polêmicas anteriores sobre a taxa de compressão do motor, ajustada pela FIA com mudanças no regulamento, com vigência até 1º de junho. A entidade não confirmou sanções neste momento.
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