- A designer da Nike responsável pelo uniforme é a brasileira Rachel Denti, formada em Design Gráfico pela Universidade de Brasília, que trabalha na Nike desde dois mil e vinte e um e lidera o design para Ásia-Pacífico e América Latina.
- A peça traz a expressão “Vai, Brasa” e a palavra “Brasa”, o que provocou críticas nas redes por parte de torcedores que não costumam usar o termo para se referir ao Brasil.
- Denti disse que “Brasa” é algo ouvido nos estádios e na rua; o amarelo escolhido para o uniforme é o canário, associado ao “amarelo clássico” da seleção.
- O uniforme principal não terá o logo da Air Jordan; a segunda camisa marca a primeira aparição do logo Jumpman em uma seleção nacional, em parceria entre as marcas, com cativações em linha de streetwear e itens de treino.
- O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, estreia em 13 de junho contra Marrocos; a competição terá quarenta e oito seleções, sediada por Canadá, Estados Unidos e México.
A Nike apresentou a nova camisa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, gerando polêmica nas redes por conta da palavra Brasa e da expressão Vai, Brasa, que aparecem em peças do uniforme. A reação dividiu torcedores e fãs.
Rachel Denti, designer da Nike e uma das idealizadoras do uniforme, mora nos Estados Unidos. Formada em Design Gráfico pela Universidade de Brasília, teve passagem pela Royal Academy of Art, na Holanda. Em Nova York, em 2018, trabalhou em estúdio; desde 2021 atua em Portland, liderando criações para Ásia-Pacífico e América Latina.
Em entrevista ao Canal UOL, a designer explicou que Brasa é um termo ouvido nos estádios e nas ruas. Segundo ela, a cor amarela escolhida remete ao tom canário, o amarelo clássico do Brasil, e que há uma diferença entre Brasil com S e Brasil com Z na leitura popular. A Nike afirma que o apelido foi usado para aproximar o público.
A partir das peças, a Nike mostra que Vai, Brasa aparece na gola interna, ideia que, segundo a marca, facilita o reconhecimento do público nos estádios. Ainda segundo a designer, a interpretação é de fácil entendimento para quem vê a camisa no corpo dos atletas.
Os uniformes oficiais da seleção já foram apresentados pela Nike. Diferentemente da camisa alternativa, o modelo principal não traz o logo Air Jordan. A campanha de lançamento conta com Vinicius Júnior, Estevão, Lucas Paquetá e Richarlison como protagonistas, com alguns atletas ausentes dos amistosos de março.
A segunda camisa marca pela primeira vez a presença do logo Jumpman em uma seleção nacional, em parceria entre as marcas. Além do uniforme, a colaboração envolve coleção de streetwear, itens de treino e modelos de calçados desenvolvidos para dialogar com o novo visual da equipe.
No âmbito da Copa, o Brasil compõe o Grupo C com Marrocos, Haiti e Escócia, com estreia prevista para 13 de junho contra a seleção africana. A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções, realizada no Canadá, Estados Unidos e México, com impacto estratégico no calendário e no número de partidas.
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