- O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu dois homens de frequentar estádios no estado.
- A medida ocorreu após eles serem acusados de assediar a médica do Nacional-SP, Dra. Bianca Francelino de Oliveira, durante jogo da Série A4 do Paulistão em Ribeirão Preto.
- O confronto foi contra o Comercial, na véspera do Dia da Mulher; a árbitra Ana Caroline Carvalho acionou o protocolo após a ocorrência.
- O Ministério Público pediu a prisão dos dois, e o caso tramita em segredo de Justiça.
- Nacional e Federação Paulista repudiaram o episódio; a Federação informou que o futebol paulista não tolera assédio ou discriminação.
O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu dois torcedores de frequentar estádios no estado. A medida foi determinada após eles terem sido acusados de assediar a médica Bianca Francelino de Oliveira, do Nacional-SP, durante uma partida da Série A4 do Paulistão em Ribeirão Preto. O caso corre em segredo de Justiça.
A partida ocorreu contra o Comercial, na véspera do Dia da Mulher. Segundo a súmula, um dos homens segurou e apontou a genitália em direção à médica, que estava na área do banco de reservas. A árbitra acionou o protocolo previsto para casos de discriminação no futebol paulista.
O episódio provocou discussão entre reservas, comissão técnica e torcedores, que estavam próximos ao alambrado. Bianca Francelino de Oliveira confirmou o assédio, o que levou à paralisação da partida. Nacional-SP e a Federação Paulista repudiaram o ocorrido.
Detalhes do caso
O Ministério Público pediu a prisão dos dois suspeitos, conforme apurado pelo portal de notícias. O processo tramita em segredo de Justiça. O clube Nacional-SP e a FPF reiteraram que o futebol deve ser espaço de inclusão, segurança e respeito.
Repercussão institucional
A Federação Paulista de Futebol informou que continuará vigilante para coibir situações de assédio, preconceito ou discriminação. As instituições do futebol paulista destacaram o compromisso com medidas que assegurem ambiente seguro para atletas, staff e público.
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