- Bia Haddad Maia soma uma vitória em dez jogos na temporada 2026 e está na posição 69 do ranking.
- A derrota mais recente foi na estreia do WTA 1000 de Miami, para a turca Zeynep Sonmez, por 6/3 e 6/2.
- As especialistas Joana Cortez e Vanessa Menga veem o momento como oscilaçao normal e resultado das mudanças recentes, incluindo a ausência de treinador.
- Disputar torneios menores e jogar mais duplas aparecem como alternativas para recuperar a confiança e a alegria de jogar.
- Elas destacam a importância de um novo treinador para a virada, com continuidade e ajustes táticos, aproveitando a experiência anterior de Bia.
Bia Haddad Maia, ex-nº 10 do mundo e atual 69ª, vive fase de dificuldade no circuito. Em 2026, a paulistana venceu apenas uma de 10 partidas, evidenciando oscilações após a demissão do técnico Rafael Paciaroni, há pouco mais de um mês. A derrota mais recente ocorreu na estreia do WTA 1000 de Miami, para a turca Zeynep Sonmez, por 6/3 e 6/2.
A gravidade da sequência gera preocupação entre torcedores e analistas. A temporada inclui eliminações em torneios de alto nível, com foco na recuperação de desempenho e confiança. A pergunta que se repete é como a jogadora vai reencontrar o ritmo e a consistência.
Para entender o momento, o Lance! ouviu duas ex-campeãs pan-americanas de duplas: Joana Cortez e Vanessa Menga. Ambas destacam que a oscilação é comum no alto rendimento e ressaltam o impacto de mudanças recentes na equipe de Bia.
A visão das especialistas aponta para caminhos distintos, sem antecipar resultados. A possibilidade de disputar mais torneios menores pode ajudar a reconquistar confiança e ritmo de jogo, com ênfase na dupla como forma de reencontrar alegria em quadra.
Outro foco é a carreira de Bia fora das quadras. A preparação física, a escolha de um novo treinador e a manutenção de uma rotina estável aparecem como pilares para o retorno ao auge, segundo as avaliações ouvidas pelo veículo.
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