- Roque Júnior afirma que o racismo existe no Brasil e que o país não é imune, compartilhando sua experiência pessoal.
- Destaca que houve avanços, como a Fifa qualificar o racismo como crime, mas ressalta que o problema ainda está presente na sociedade.
- Enfatiza o papel de Vinícius Júnior no debate, lembrando que a visibilidade dele pode ampliar a percepção pública sobre o tema.
- Diz que o futebol é um reflexo da sociedade e que mudanças no esporte dependem de ações mais amplas da sociedade.
- Conclui que as mudanças acontecem lentamente e é necessário continuar lutando contra o racismo de diversas formas.
Roque Júnior, ex-zagueiro da seleção brasileira, insistiu que o racismo não é problema exclusivo da Europa. Em entrevista ao Lance!, ele destacou que o Brasil também enfrenta esse preconceito e merece reflexão interna.
O comentarista afirmou que o país é racista e que lidou com situações do tema desde a infância. mencionou a necessidade de reconhecer avanços, como a criação de protocolos pela FIFA, que antes não existiam em sua época.
Ainda segundo o ex-jogador, as mudanças são lentas. Ele ressaltou que o racismo começou a ser caracterizado como crime, mas continua presente na sociedade. O futebol é visto como reflexo dessa realidade.
Roque Júnior comentou sobre o papel de Vinícius Júnior, destacando que o atacante, ao atuar pelo Real Madrid, atrai atenção para o tema. Ele reforçou que mudanças precisam partir da sociedade, não apenas do futebol.
Para ele, ações institucionais, como medidas da FIFA e reconhecimento do racismo como crime, são passos importantes, mas insuficientes. A luta contra o preconceito, segundo o ex-jogador, deve seguir em várias frentes.
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