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Victória e Naná somam feitos e confirmam previsão da última campeã

Naná e Victória disputam a final do Banana Bowl, abrindo caminho ao primeiro título brasileiro desde 1991 e à primeira decisão entre brasileiras em quarenta anos

Nauhany Silva e Victória Barros (Foto: Fotojump)
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  • Victória Barros e Nauhany Silva disputam a final do Banana Bowl no Bella Vista Country Club, em Gaspar, SC, neste sábado às 10h (horário de Brasília), com entrada gratuita.
  • A decisão marca o primeiro título brasileiro desde Roberta Burzagli, em 1991, e a primeira final entre duas brasileiras em quarenta anos, desde 1986.
  • A última brasileira na final foi Roxane Vaisemberg, em 2006, encerrando uma espera de duas décadas sem final no torneio.
  • Naná, aos 16 anos, chega invicta há 20 jogos no circuito juvenil; Victória retorna ao circuito profissional após lesão na panturrilha.
  • As jogadores treinam em caminhos distintos (França e Brasil) e a transmissão fica por conta da ESPN no Dinsey+.

A final do Banana Bowl entre Victória Barros e Nauhany Silva acontece neste sábado, às 10h (horário de Brasília), no Bella Vista Country Club, em Gaspar (SC). A decisão terá transmissão da ESPN no Disney+. As brasileiras disputam o título em uma final inédita entre compatriotas na história recente do torneio.

A partida encerra uma sequência histórica: é o primeiro título brasileiro no Banana Bowl desde 1991, quando Roberta Burzagli venceu. Também marca a primeira decisão entre jogadoras nacionais há 40 anos, desde 1986, quando Gisele Miró derrotou Gisele Faria.

A dupla vem em ascensão no circuito juvenil da Federação Internacional, com estilos distintos. Naná é mais agressiva; Victória trabalha variação de ritmo e táticas. Elas se enfrentam pela primeira vez no circuito mundial de 18 anos.

Contexto histórico

Naná, de 16 anos, chegou a 20 jogos de invencibilidade no circuito juvenil e já conquistou o primeiro título profissional aos 15, em São João da Boa Vista. Victória, de 16, disputou final de ITF e volta de lesão na panturrilha para o ano de 2026.

As duas mantêm planos de longo prazo na carreira. Leo Azevedo, treinador de Victória, destaca o foco no amadurecimento e na competição em diferentes momentos do jogo. David Sunyer, de Naná, ressalta adaptação à superfície e passagem para o circuito profissional.

Perspectivas e próximos passos

A vitória de hoje pode abrir caminho para novas gerações de tenistas brasileiras no topo do esporte juvenil. Histórias anteriores de sucesso, como Bia Haddad Maia e Luísa Stefani, ajudam a moldar a expectativa em torno de Victória e Naná.

A próxima geração já se inspira no desempenho das duas atletas. A final também celebra a bra­sileira presença constante em torneios internacionais, reforçando o fluxo de jovens talentos no país.

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