- Alcaraz defendeu a continuidade do circuito sul-americano e disse que gostaria de vivê-lo novamente.
- Em Miami, ele fará a estreia no Masters 1000 nesta sexta-feira contra o carioca João Fonseca.
- Vestindo a camisa da seleção brasileira, afirmou que a homenagem é ao público latino-americano, destacando a presença de latinos e brasileiros em Miami.
- Comentou que a temporada está em risco com a entrada do Masters 1000 na Arábia Saudita, mas elogiou o circuito e seus fãs.
- Foi favorável à redução do número de torneios obrigatórios no calendário, dizendo que é um tema complexo, mas que a ideia seria positiva.
Carlos Alcaraz falou à imprensa em Miami, onde estreia no Masters 1000 nesta sexta-feira contra João Fonseca, no sul da Flórida. Ele caminhava com a camisa da seleção brasileira como homenagem ao público latino-americano. O evento ocorre antes do início da competição.
O espanhol ressaltou o peso da audiência latino-americana no torneio e elogiou o circuito, chamando-o de um dos melhores que já disputou. Admitiu que o calendário é desafiador por horários e clima, mas destacou o carinho dos fãs.
Além disso, Alcaraz manifestou interesse em continuar atuando no circuito, descrevendo a experiência como muito positiva e enriquecedora para os jogadores e fãs. Em relação ao calendário, apoiou a ideia de reduzir torneios obrigatórios, apesar de reconhecer a complexidade da mudança.
Mudanças no calendário e apoio ao equilíbrio
Ele enfatizou que possíveis ajustes no calendário devem favorecer os atletas, mantendo a qualidade do tênis. A preferência é por um equilíbrio que torne o ano competitivo sem sobrecarregar os tenistas. Ainda não há confirmação de mudanças.
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