- Marcelo Teixeira explicou que a troca de treinadores ocorreu após a derrota do Santos para o Internacional por 2 a 1, e que não havia plano definido para demitir Juan Pablo Vojvoda até o momento.
- O presidente afirmou que só houve contato com Cuca nas últimas horas e que ele, além de bom técnico, já conhece o clube e pode entender a pressão da torcida.
- A ideia é repetir a “fórmula” de ter um técnico conhecido pelos bastidores, como ocorreu com Fábio Carille na gestão anterior.
- A diretoria considerou a passagem de Vojvoda e a má campanha no Paulistão e no início do Brasileirão como fatores que tornaram necessária a troca.
- Sobre as polêmicas de Cuca, Teixeira disse que a diretoria avaliou o caso como superado e que o Santos manterá seu papel social, debatendo o tema com transparência.
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, detalhou os motivos da troca no comando após a derrota por 2 a 1 para o Internacional na última quarta. O clube afirmou não haver plano de demissão pré-estabelecido e revelou que só houve contato com Cuca depois da saída de Vojvoda.
Segundo o presidente, a diretoria confiava no trabalho de Vojvoda, mas o desempenho não vinha atendendo às expectativas. A opção por Cuca surgiu nas últimas horas, segundo ele, com a vantagem de conhecer os bastidores e a pressão da torcida.
Teixeira lembrou também que, no início da gestão, o Santos teve sucesso mantendo Carille. O objetivo é repetir a fórmula vencedora, mantendo o clube estável em vez de mudar constantemente de treinador.
Mudança de treinador e escolha por Cuca
O dirigente ressaltou que houve avaliação de quatro treinadores ao longo dos anos, o que costuma prejudicar o clube. A escolha por Cuca foi apresentada como capaz de recolocar o time nos trilhos e ter respaldo da diretoria.
O Santos informou que Cuca tem experiência relevante, inclusive em decisões com o clube, como uma Libertadores. A expectativa é que o novo técnico traga resultados mais consistentes e respeite os bastidores da equipe.
Controvérsia envolvendo Cuca
Cuca já teve passagens polêmicas no âmbito extra-campo, principalmente em 2023. O tema foi discutido pela diretoria, que declarou considerar a questão superada. Teixeira afirmou que o clube avaliou a repercussão e decidiu pelo foco nos aspectos esportivos.
O presidente comentou que o Santos tem histórico de campanhas sociais e reforçou que a análise levou em conta a atuação recente do treinador. A ideia é manter o foco no desempenho esportivo e no papel social do clube.
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