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Calendário de vôlei atrapalha planejamento de maternidade, diz Zé Roberto

Zé Roberto sustenta que o calendário internacional de vôlei encurta a janela de maternidade no ciclo pós-olímpico, pedindo ajuste anual para facilitar a pausa sabática

Zé Roberto durante participação no Fórum Mulher no Esporte do COB
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  • Zé Roberto diz que o calendário internacional do vôlei prejudica o planejamento de maternidade das jogadoras, especialmente no ano pós-olímpico.
  • O comentário foi feito durante o III Fórum Mulher no Esporte, do Comitê Olímpico do Brasil, em Brasília, na terça-feira (17).
  • O ciclo até Los Angeles começa com o Mundial na Tailândia, em 2025; em 2026 há torneios continentais; em 2027, o Mundial deve ser substituído pela Copa do Mundo.
  • A Liga das Nações (VNL) continua sendo disputada anualmente.
  • O treinador sugere debater o calendário para permitir um ano mais sabático, ressaltando a dificuldade causada pela pressão de patrocinadores e de desempenho da equipe.

Na última terça-feira (17), o técnico Zé Roberto, que comanda a seleção feminina de vôlei há mais de 20 anos, abordou o tema no III Fórum Mulher no Esporte, promovido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) em Brasília. O debate tratou do calendário internacional e de como ele impacta o planejamento das jogadoras.

Para Zé Roberto, a pausa no ano pós-olímpico é essencial para atletas que desejam viver a maternidade e retornar ao alto rendimento. Ele destacou que, com o calendário atual, há momentos em que o foco vira quase exclusivamente para vencer e entregar resultados.

Contexto do calendário

O ciclo olímpico que leva aos Jogos de Los Angeles começa com o Mundial de 2025, na Tailândia. Em 2026 haverá torneios continentais, e em 2027 está previsto o Mundial, que passará a ser chamado de Copa do Mundo. A Liga das Nações (VNL) permanece em disputa anualmente.

Proposta de ajuste

O treinador reforçou a necessidade de debater a sistemática de competições para abrir espaço a um ano sabático para as atletas, embora reconheça que patrocinadores complicam o ajuste. A ideia é permitir que as jogadoras escolham períodos de pausa sem prejudicar o ciclo competitivo.

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