- Adrian Newey foi contratado como chefe de equipe para a temporada de 2026, com atuação também como líder de desenvolvimento técnico.
- A Aston Martin enfrenta desempenho abaixo do esperado desde os primeiros testes em Barcelona, afetando o cronograma e as expectativas.
- Fernando Alonso abandonou as duas corridas mais recentes por causa de fortes vibrações no carro, que causaram dormência nas mãos.
- As falhas técnicas, associadas à unidade de potência da Honda, contribuíram para a queda de rendimento e elevaram a pressão interna.
- O nome cotado para substituir Newey é Andreas Seidl, com a possibilidade de Newey permanecer na equipe em uma função voltada ao desenvolvimento técnico.
Aston Martin vive pressão interna e avalia mudanças na estrutura de comando para 2026. A equipe vem enfrentando dificuldades desde os primeiros testes do ano em Barcelona, com atraso no cronograma e desempenho aquém do esperado. Na pista, o panorama se agravou com problemas no carro.
Fernando Alonso abandonou as duas provas mais recentes devido a fortes vibrações no chassi, que provocaram dormência nas mãos e impediram a continuidade das corridas. Em paralelo, falhas técnicas associadas à unidade de potência da Honda contribuíram para o rendimento abaixo do esperado.
A direção analisa restructurar o comando esportivo para acelerar respostas. O foco é recuperar a competitividade e estabilizar o grupo diante dos resultados ruins do começo da temporada.
Pressão sobre Newey e bastidores
Adrian Newey, contratado para liderar o projeto técnico de 2026, assumiu também o papel de chefe de equipe no início desta temporada. O desempenho abaixo do esperado gerou tensão e críticas à condução do time, com comentários sobre falta de liderança.
Possíveis mudanças no comando
Entre os atalhos dos bastidores, cresce a pressão por uma mudança: Andreas Seidl, ex-chefe da McLaren, aparece como principal cotado para assumir o cargo. A substituição, se ocorrer, pode ocorrer nos próximos dias, segundo apuração de veículos especializados.
Apesar do cenário, a tendência é manter Newey na Aston Martin para liderar o desenvolvimento técnico dos carros, enquanto a gestão esportiva fica sob novas diretrizes. A contabilidade interna aponta para ajustes que visam retomar a trajetória de competitividade na temporada.
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