- Botafogo vive crise interna e está na zona de rebaixamento do Brasileirão; o técnico Martín Anselmi está sob pressão.
- Neto não entregou o esperado desde a contratação no segundo semestre de 2025; Léo Linck perdeu a vaga após falha na decisão com o Barcelona-EQU pela Libertadores.
- Doze gols marcados pelo Alvinegro neste ano vieram de jogadores fora do terço final, totalizando seis gols de atacantes.
- Entre os artilheiros, Matheus Martins fez dois gols, Artur dois, Arthur Cabral um e Joaquín Correa um; cada peça apresenta pontos negativos em relação ao papel ofensivo.
- O time volta a campo nesta quarta-feira (18), fora de casa, contra o Palmeiras, pela sétima rodada do Brasileirão.
O Botafogo vive crise no campo e figura na zona de rebaixamento do Brasileirão. A equipe é comandada por Martín Anselmi, que encara dificuldades para manter o elenco em produção consistente. Resultados recentes alimentam a pressão interna.
Entre os fatores, destaca-se a atuação de Neto, contratado no segundo semestre de 2025, que ainda não correspondeu às expectativas. Derrotas para Grêmio e Fluminense endurecem o ambiente, com espaço no time minado na queda contra o Flamengo pelas quartas do Carioca.
Léo Linck perdeu a vaga após falhas na decisão com o Barcelona-EQU, abrindo espaço para mudanças no ataque. Mesmo com a ausência de um funcionamento coletivo claro, o Glorioso marcou poucos gols de qualidade neste tramo da temporada.
Ofensivamente, o elenco entrega pouco. Dos 22 gols do ano, apenas seis saíram do terço final. Matheus Martins (2), Artur (2), Arthur Cabral (1) e Joaquín Correa (1) balançaram as redes.
Cada jogador apresenta pontos críticos: Matheus Martins precisa do faro de gol; Artur, ajuste tático; Cabral depende de confiança como centroavante; Correa exige intensidade para evoluir o sistema.
O Botafogo tem grande desafio pela frente e encara salida problemática. A equipe volta a campo nesta quarta-feira (18), fora de casa, contra o Palmeiras, pela sétima rodada do Brasileirão.
Próximo desafio
O elenco busca reagir diante do líder do Brasil, em jogo fora de casa. A comissão técnica aposta em ajustes táticos para melhorar a criação e a finalização.
O duelo pode definir encaminhamentos para a janela de partidas seguintes, com anseio por resposta coletiva em campo. A cobrança interna visa recuperar rendimento e sair da zona de rebaixamento.
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