- Artur Jorge, em negociação para comandar o Cruzeiro, relatou ansiedade com o clima de guerra no Catar em entrevista ao Sic Notícias, em 3 de março.
- Ele afirmou que houve interceptação de mísseis e que o nervosismo cresce por algo fora do controle, mesmo com períodos de aparente calma.
- O treinador disse não ter sido contactado pelo governo português para deixar o país e que não pretendia sair do Catar; se houver agravamento, pode reavaliar a situação.
- Embora não seja agente principal do conflito, o Catar está envolvido nos embates regionalmente, e abriga a maior base aérea americana da região.
- O Cruzeiro trabalha com Artur Jorge como principal alvo após Filipe Luís, mantendo a multa de aproximadamente R$ 30 milhões e buscando um técnico capaz de rentabilizar o elenco.
O técnico Artur Jorge, em negociações para assumir o comando do Cruzeiro, relatou ansiedade com o clima de guerra no Catar. Ele comentou em entrevista ao Sic Notícias, de Portugal, realizada em 3 de março, sobre a tensão no país anfitrião.
Segundo o treinador, explosões são audíveis e há momentos de alta intensidade. Ele mora no centro da cidade e disse que o alarme de celular costuma tocar, sinalizando riscos, o que aumenta a apreensão na região.
Artur Jorge afirmou não ter sido contatado pelo governo português para deixar o Catar e que não pretendia sair caso a situação se mantivesse sob controle. Em caso de agravamento, a ideia é reavaliar a situação.
Negociações com o Cruzeiro
O Cruzeiro já trabalha para ocupar o lugar deixado por Tite, mantendo Artur Jorge como um dos principais alvos ao lado de Filipe Luís. O clube mineiro já iniciou conversas com o comandante português.
A diretoria celeste busca um técnico capaz de rentabilizar o elenco da Toca da Raposa II e explorar o potencial dos jogadores atuais, segundo apuração do Lance!. O valor da multa por rescisão ainda é citado como entrave.
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