- A Fórmula 1 cancelou os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, sem substituições em abril; as etapas da F-2, F-3 e F1 Academy também foram canceladas.
- O calendário, com 22 corridas, terá pausa após o GP do Japão e retorno previsto apenas para o GP de Miami em cinco de maio.
- Foram estudadas alternativas em Ímola, Portimão ou Istambul, mas a decisão foi pelo cancelamento em conjunto com a FIA.
- A Federação Internacional de Automobilismo afirma que a segurança e o bem-estar da comunidade ficam em primeiro lugar e espera retorno à estabilidade na região.
- Estimativas indicam perda entre US$ 190 milhões e US$ 200 milhões para a temporada, com cerca de US$ 80 milhões em EBITDA.
A Fórmula 1 confirmou o cancelamento das corridas do Bahrein e da Arábia Saudita, previstas para abril, devido aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. A decisão foi anunciada neste sábado, sem substituições no calendário, e envolve também as categorias de base F2, F3 e F1 Academy. A FIA acompanhou o posicionamento da F1, priorizando a segurança.
A entidade cogitou realizar as etapas em outros circuitos, como Imola, Portimão ou Istambul, mas optou pelo cancelamento total. O GP do Japão permanece na agenda até o dia 29 de março, com retorno previsto apenas para o GP de Miami, marcado para 3 de maio. A temporada terá 22 corridas no total.
Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, ressaltou que a prioridade continua a segurança da comunidade automobilística. A decisão foi tomada após avaliação cuidadosa, com esperança de estabilidade na região e retorno rápido à normalidade.
Calendário da temporada
O cancelamento dos Grandes Prêmios muda de forma significativa o cronograma da temporada, que passa a ter pausa após o GP do Japão e retorno apenas em Miami.
Impacto financeiro
Relatório da Guggenheim Partners, citado pela Forbes, estima perda entre US$ 190 milhões e US$ 200 milhões com o cancelamento. Desse total, US$ 80 milhões correspondem ao EBITDA.
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