- Max Verstappen terminou na oitava posição na classificação da sprint do GP da China, a 1,8 s do pole George Russell.
- O piloto classificou o dia como “um desastre” e apontou a falta de aderência como principal problema.
- Laurent Mekies, chefe da Red Bull, pediu desculpas pelo desempenho e disse que a equipe vai tentar de novo.
- Mekies explicou que o carro não funcionou nas janelas certas e houve vários pequenos problemas que agravaram o resultado.
- Verstappen já esperava dificuldades, tendo dito em coletiva anterior que a Red Bull enfrentava grandes desafios e não poderia competir com as líderes no momento.
Max Verstappen enfrentou uma sexta-feira difícil no GP da China, em Xangai, com a equipe Red Bull marcando péssima performance na classificação para a sprint. O holandês saiu da sessão em oitavo, a 1,8 segundo do pole position, ocupado por George Russell. O dia foi descrito pelo piloto como desastre.
A avaliação interna aponta falta de aderência como principal problema. Segundo Verstappen, o carro não teve grip, o que comprometeu o equilíbrio nas curvas e elevou o tempo de volta. A equipe confirmou dificuldades técnicas ao longo das voltas de treino, sem conseguir encaixar as janelas de desempenho desejadas.
Pelo rádio, Laurent Mekies, chefe da Red Bull, reconheceu a sequência de contratempos e assegurou que a equipe continuará buscando soluções. O dirigente afirmou que o fim de semana ainda é longo e que há trabalho a fazer para recuperar o ritmo.
Antes de chegar a Xangai, Verstappen já sinalizava ceticismo sobre o potencial da Red Bull no GP da China. Em coletiva, o piloto citou a complexidade da gestão de energia e destacou a concorrência de equipes como Mercedes e Ferrari, apontando que há distância para os carros de ponta.
O panorama redesenha o cenário da equipe na corrida sprint, marcada para hoje, com a expectativa de ajustes significativos para a prova principal. Verstappen e a Red Bull precisam converter treinos difíceis em desempenho estável na pista.
A programação oficial do fim de semana aponta treinos livres, a sprint classificatória e a corrida, com transmissão para várias plataformas. A agenda confirma horários locais e opções de exibição para o público acompanhar as etapas de Shanghai.
A situação acena para uma virada tática da equipe, que já trabalha para alinhar performance e confiabilidade. Enquanto isso, as simuladas corridas mostram que a adaptação ao circuito exige foco redobrado para reduzir a diferença em relação aos líderes.
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