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Jogadores não gostam de jogar em gramado sintético

Dentinho critica gramado sintético, afirmando que atrapalha o jogo e aumenta lesões; debate sobre a qualidade dos campos ganha força no Brasileirão

Dentinho, ex-jogador do Corinthians
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  • Dentinho, ex-Corinthians, criticou o uso de gramado sintético em entrevista ao podcast Benja Me Mucho, dizendo que 90% dos jogadores não gostam do piso.
  • O ex-jogador afirmou que o sintético altera a velocidade da bola, a direção e pode desgastar joelhos e tornozelos.
  • João Martins, auxiliar técnico de Abel Ferreira, criticou o gramado de São Januário após a derrota do Palmeiras para o Vasco pela quinta rodada do Brasileirão, comparando o campo a “plantação de batatas” sob o solo.
  • Renato Portaluppi, técnico do Vasco, minimizou a polêmica sobre o gramado e disse preferir jogar no campo do Vasco do que na grama sintética, elogiando o desempenho do seu elenco e a torcida.
  • A cobertura menciona ainda a cobrança por posicionamento da Confederação Brasileira de Futebol em relação ao gramado, sem sinalização de mudanças imediatas.

Dentinho, ex-Corinthians, criticou o piso sintético usado em partidas do Brasileirão durante participação no podcast Benja Me Mucho. O atacante afirmou que a grande maioria dos jogadores não gosta de jogar em grama artificial, citando uma inclinação de 90% contra o sintético.

Ele argumentou que o sintético altera a velocidade da bola e a mudança de direção, prejudica joelhos e tornozelos e deixa os atletas desconfortáveis, destacando que esse tipo de gramado “fere o corpo”. A fala ganha contorno ao questionar a postura de quem defende o piso.

O apresentador Benjamin Back comentou a posição de Neymar sobre não atuar em campos sintéticos, citando a geração atual como defensora das condições dos clubes. A conversa seguiu com a ideia de que alguns torcedores e jogadores apoiam o que é encontrado nos estádios, mesmo diante das críticas.

Plantação de batatas

João Martins, auxiliar técnico de Abel Ferreira, criticou duramente o gramado de São Januário, palco da derrota do Palmeiras para o Vasco pela quinta rodada do Brasileirão. O treinador adjunto disse que o campo estava muito pesado e parecia ter sido usado recentemente, mesmo sem atuação recente do time.

Ele sugeriu que a prática de sintéticos deveria ser revista pela CBF, e que a transmissão televisiva não revela a gravidade do problema. A avaliação reforçou a percepção de que o gramado compromete o desempenho das equipes.

Rebate de Portaluppi

Renato Portaluppi, técnico do Vasco, reconheceu que o campo não é nota 10, mas considerou-o aceitável para o jogo. Ele afirmou que, mesmo com críticas, o Palmeiras tem um treinador competente e lembrou que nem sempre as situações saem como o esperado.

Portaluppi enfatizou a necessidade de valorizar o desempenho do seu grupo e o apoio da torcida, destacando que nem sempre é possível buscar desculpas. A vitória do Vasco foi o foco da avaliação após a partida.

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