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Nike lança uniforme reserva da Seleção, quase foi vermelho

Uniforme reserva da seleção para a Copa de 2026 é lançado em azul após polêmica com versão vermelha ter sido vetada por Samir Xaud

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  • Nike lança o uniforme reserva da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, em parceria com a Jordan, com o azul predominante.
  • O lançamento foi anunciado por meio de teaser nas redes sociais, com a imagem de um canarinho preso em uma gaiola que se liberta ao lembrar que o Brasil não vence o Mundial há 24 anos.
  • Em abril de 2025 circularam boatos de que a camisa reserva poderia ser vermelha, gerando grande repercussão e críticas.
  • A polêmica levou a CBF a afirmar que as imagens não eram oficiais e que o padrão de cores continua amarelo e azul; o presidente da entidade, Samir Xaud, vetou a produção da versão vermelha.
  • Nos bastidores, Ednaldo Rodrigues havia aprovado a ideia da camisa vermelha, mas uma reunião com a Nike resultou na retomada do azul, mantendo o segundo uniforme nos mesmos moldes.

O Nike lançou o uniforme reserva da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. A parceria com a Jordan, marca associada a Michael Jordan, apresenta o segundo conjunto do Brasil. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (12) por meio das redes oficiais da fornecedora.

O teaser mostra um canarinho preso e se libertando após a notícia de que a Seleção não vence o Mundial há 24 anos. Imagens anteriores já haviam vazado, apontando o possível uso da cor azul como predominante.

Em 2025, circulou a informação de que o segundo uniforme poderia ser vermelho, gerando intensa repercussão. A CBF afirmou que as imagens não eram oficiais e reiterou o padrão amarelo e azul.

Relembre a polêmica da camisa vermelha

A ideia de uma camisa vermelha dividiu opiniões entre torcedores e analistas. Casagrande criticou a possibilidade, chamando-a de desrespeitosa.

Diante da controvérsia, a CBF deixou claro que a linha ainda não havia sido lançada pela Nike. A entidade manteve o compromisso com o padrão de cores amarelo e azul.

Nos bastidores, Samir Xaud, então presidente, precisou intervir. A produção da camisa vermelha já estava adiantada, mas foi vetada por ele.

A cobrança envolveu Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da CBF, que havia aprovado a cor vermelha antes de deixar o cargo. Uma reunião com a Nike selou o retorno ao azul.

Xaud confirmou que lutaria pela manutenção do segundo uniforme azul, e a direção da entidade manteve a escolha original.

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