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Ferrari planeja estrear asa traseira que gira 180° no GP da China

Ferrari planeja estrear asa traseira que gira 180° no treino livre 1 do GP da China, apelidada de Macarena, com alvo de mais downforce e menos arrasto

Asa traseira da Ferrari em teste da Fórmula 1 — Foto: Reprodução/F1
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  • A Ferrari pretende estrear a asa traseira que gira 180º no treino livre 1 do GP da China, em Xangai, e o piloto Lewis Hamilton elogiou a agilidade da equipe para levar o equipamento ao fim de semana.
  • O dispositivo recebe o nome de Macarena e foi apresentado pela primeira vez na pré-temporada, no Bahrein.
  • A asa faz giro de até 270º, operado pelo modo de reta do sistema de aerodinâmica ativa, uma das novidades da temporada.
  • A ideia é aumentar o downforce e, ao mesmo tempo, reduzir o arrasto, mas os efeitos ainda são especulativos e não há confirmação de uso no campeonato.
  • Caso outra equipe queira copiar a solução, será necessário redesenhar toda a asa traseira, o que demanda tempo e cuidado para não desequilibrar o carro.

A Ferrari planeja estrear uma asa traseira que gira 180° no GP da China, no Circuito Internacional de Xangai. A estreia está marcada para o Treino Livre 1, nesta sexta-feira. A confirmação veio pela Fórmula 1.

A equipe italiana anunciou a novidade para a etapa asiática, aumentando a complexidade da aerodinâmica. O feito chega após o equipamento ter sido testado pela primeira vez em fevereiro, durante a pré-temporada no Bahrein.

O piloto Lewis Hamilton elogiou a agilidade da Ferrari, destacando o esforço para trazer a novidade ao início da temporada. Ele afirmou que o desenvolvimento ocorreu mais rápido do que o previsto.

Como funciona

A asa é chamada Macarena, em referência ao hit citado pela equipe. O movimento ocorre na aleta superior, com a peça girando 270° no total durante o uso com o modo de reta da aerodinâmica ativa.

A ideia é gerar maior downforce nas curvas ao mesmo tempo em que busca reduzir o arrasto nas retas. Ainda não há confirmação de que a Ferrari usará a asa no campeonato de forma ampla.

A vantagem prática seria dificultar a replicação por adversárias, que teriam de redesenhar a asa traseira completa para acompanhar a solução, o que demanda tempo e ajustes para manter o equilíbrio do carro.

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