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Corinthians faz acordo de R$ 5 milhões com Vitor Pereira para encerrar ação

Corinthians fechou acordo de cerca de 5 milhões de reais com Vitor Pereira para encerrar disputa judicial, com parcelas até setembro de 2025

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  • Corinthians e Vitor Pereira fecharam acordo de cerca de R$ 5 milhões para encerrar a briga na Justiça.
  • O acordo foi assinado no fim de 2024 pelo ex-presidente Augusto Melo e pelo treinador, com parcelas que se encerram em setembro deste ano.
  • O total inclui 205 mil euros no fim de 2024, 164 mil euros em março, 164 mil euros em setembro de 2025, 164 mil euros na semana passada e 123 mil euros em setembro deste ano.
  • Parte do montante seria para uma dívida de FGTS; o restante, para a condenação da CAS (Corte Arbitral do Esporte) na Suíça, de R$ 2,8 milhões. VP abriria mão de outros valores e o Corinthians arcaria com honorários e custas.
  • Mesmo assim, a Justiça paulista rejeitou, no fim do ano passado, a petição de VP para o clube cobrir os honorários; o caso permanece em avaliação, com o Corinthians não se manifestando sobre os pagamentos.

Corinthians e Vitor Pereira fecharam um acordo de aproximadamente 5 milhões de reais para encerrar uma disputa judicial relacionada a divergências de valores após a saída do treinador no fim de 2022, quando ele deixou o clube para assumir o Flamengo. O acordo foi apresentado aos autos de um processo sob sigilo, anexado pelo próprio VP ao Judiciário de São Paulo.

O entendimento foi firmado no final de 2024 entre o ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, e o treinador. O acordo prevê o pagamento de 820 mil euros (cerca de 5 milhões de reais) em parcelas que se encerram em setembro deste ano.

Conforme o ajuste, parte do montante cobre uma dívida de FGTS com VP, enquanto o restante decorre de uma condenação da CAS, na Suíça, que responsabilizou o clube por pagar 2,8 milhões de reais. O acordo também prevê que VP abriria mão de outros valores, e que o Corinthians arcaria com os custos de advogados na Justiça do Trabalho; novas disputas seriam discutidas na CAS, se necessário.

Entretanto, a Justiça paulista rejeitou, no fim do ano passado, uma petição de VP para que o clube arcasse com os honorários determinados. O português, então, anexou o acordo para tentar reverter a decisão. Os advogados de VP afirmaram que o acordo reconhece integralmente os valores devidos, incluindo honorários de sucumbência e custas processuais, ainda que a validade dependa de tramitação no judiciário.

A ESPN questionou VP sobre o tema, mas ele não respondeu. O Corinthians não se manifestou sobre o acordo nem sobre o andamento dos pagamentos. A reportagem apurou que o clube mantém conversas com os advogados de VP a respeito da situação.

Entenda o caso

VP ingressou com ação trabalhista contra o Corinthians em fevereiro de 2024, buscando cerca de 7,5 milhões de reais por FGTS, férias e 13º salário supostamente não pagos durante o período de trabalho. VP alegava ter 487 mil euros a receber; o clube contestava, dizendo que o montante devido era bem menor.

Na FIFA, VP teve vitória parcial e recorreu à CAS, onde o Corinthians foi condenado a pagar 487,2 mil euros pela diferença entre o que já foi quitado e o mínimo garantido. VP afirmava ter direito a valores adicionais relativos a FGTS, férias e 13º salário. O Timão sustenta que o FGTS já está incluso nos pagamentos efetuados.

  • O Corinthians segue com jogos na agenda do Brasileirão, incluindo confronto contra Santos, Chapecoense e Flamengo, com datas entre 15 e 22 de março.

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