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Audi e Cadillac ingressam na F1 ao lado de tradicionais fabricantes

Audi e Cadillac estreiam na F1 em 2026, somando-se a fabricantes históricos que já tentaram a categoria e moldam o próximo capítulo da Fórmula 1

Audi e Cadillac estrearam juntas no GP da Austrália de F1 2026 — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images
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  • Audi e Cadillac estrearam na Fórmula 1 no GP da Austrália de 2026, tornando-se novas equipes da principal categoria.
  • Audi traz uma tradição vitoriosa desde a era Auto Union; Cadillac teve participações esporádicas em categorias nos EUA e no exterior.
  • A reportagem lista outras fabricantes que já tentaram a sorte na F1 ao longo de setenta e seis anos.
  • BMW entrou na F1 em 2006 ao comprar a Sauber, foi vice-campeã de construtores em 2007 e teve a única vitória em 2008 com Robert Kubica.
  • Honda participou pela primeira vez entre 1964–1968 e voltou entre 2006–2008, conquistando três vitórias e, após reestruturação, deu origem à equipe Brawn GP em 2009 (que se tornou Mercedes a partir de 2010).

Audi e Cadillac entram oficialmente na Fórmula 1 ao iniciar o GP da Austrália, marcando a participação de novas fabricantes na principal categoria do automobilismo. A ação expõe a expansão de grandes nomes no grid e amplia o repertório de times com pedigree histórico no esporte.

A presença das duas marcas coincide com a exibição de um circuito de 76 anos de F1, que já contou com equipes com trajetórias distintas. Audi remete a títulos ao longo de sua história, incluindo a era Auto Union, enquanto Cadillac chega com passagens esporádicas em competições globais.

No GP da China, a atividade segue com a realização do primeiro treino livre a partir de 00h e com a classificação da corrida sprint, prevista para 04h15. A largada oficial está programada para 23h na sexta, com transmissão pelo sportv3. No sábado, a sessão de qualificação ocorre às 03h45. O GP da China terá exibição ao vivo a partir de 03h30 no sportv3; o compacto da prova vai ao ar após a cerimônia do Oscar pela TV Globo.

BMW

A BMW tem história extensa nas competições, atuando como fornecedora de motores a partir dos anos 80 e entrando como equipe de fábrica em 2006 com a aquisição da Sauber. A parceria rendeu vice-campeonato de construtores em 2007, com vitória de Kubica em 2008.

Antes de se firmar na F1 como equipe, a marca participou de GPs com entradas privadas em 1952 e 1953. No período de 2006 a 2010, acumulou 1 vitória, 17 pódios e 89 corridas disputadas, deixando a categoria após 2010.

Bugatti

Bugatti, marca francesa de luxo, fez uma única aparição na F1 em 1956, no GP da França, com Maurice Trintignant ao volante. O carro apresentou falhas técnicas, e a corrida terminou com abandono de Trintignant na 18ª volta, sem outros resultados relevantes.

Apesar do anúncio, a Bugatti não voltou a competir na Fórmula 1. O episódio é lembrado pela participação histórica da fabricante, ainda que com atuação limitada a uma corrida.

Honda

A Honda teve duas passagens na F1: 1964-1968 e 2006-2008. A estreia ocorreu no GP da Alemanha de 1964, com a primeira vitória em 1965 no México. Em 1967, o time ficou em quarto no campeonato de construtores.

A fase inicial acabou de forma trágica em 1968 com a morte de Jo Schlesser, o que levou a equipe a se afastar da categoria. Em 2006, a Honda retornou ao criar a Brawn GP a partir da aquisição da BAR, vencendo o título de 2009, antes de evoluir para Mercedes em 2010.

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