- Holger Rune e a mãe, Aneke Rune, estavam em Doha para continuidade da recuperação e treino nas instalações do torneio ATP 500 local, que está em andamento.
- Poucos dias após a chegada, o conflito no Oriente Médio ficou grave e o casal acabou preso na cidade, enfrentando momentos de incerteza.
- A mãe relatou que o treino foi interrompido após um grande atentado a bomba e que Rune não conseguiu dormir, sentindo-se inseguro.
- Por precaução, Rune seguiu a reabilitação no hotel, pois não houve segurança para ir ao hospital devido aos destroços de mísseis nas proximidades.
- Em meio à crise, Aneke disse que avaliam opções nos próximos dias: ficar no local ou buscar saída pelos países vizinhos, dependendo da evolução da situação e da reabertura de aeroportos.
Holger Rune, jogador dinamarquês, foi a Doha para dar continuidade à recuperação e treinar nas instalações do ATP 500 local durante o torneio. Poucos dias depois, o conflito no Oriente Médio ganhou escala e ele e a mãe, Anke Rune, ficaram presos na cidade, enfrentando incertezas.
A mãe relata interrupção repentina do treino após um grande atentado com bombas, e a dupla acionou os organizadores por meio de e-mails para buscar orientações. Segundo ela, a violência na região não era tão intensa há dias, o que eleva a apreensão.
Anke explica que o retorno à reabilitação ocorreu no hotel, já que não havia condições de ir ao hospital por causa dos destroços de mísseis nas proximidades. A família destaca que a situação pode exigir deslocamento caso haja nova escalada.
Enquanto isso, há a expectativa de uma saída nos próximos dias. Profissionais de segurança consultados sugerem permanecer, mas existe a apreensão sobre novos ataques e a possibilidade de buscar rotas alternativas para deixar a cidade.
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