- Júlio Baptista afirmou que treinar no Brasil é como “cadeira elétrica” pela pressão constante e pela instabilidade da carreira.
- Em entrevista ao Resenha ESPN, o ex-jogador comentou que o treinador fica exposto a ser mandado embora e que não há como fugir dessa realidade.
- Ele mencionou já ter tido interesse de uma equipe brasileira, com a Ponte Preta recebendo consulta de Luís Fabiano, mas as conversas não evoluíram para acordo.
- A conversa foi divulgada como parte do papo que vai ao ar nesta sexta-feira, dia seis, às 22h, no plano premium do Disney+.
Após passagem pela base do Real Valladolid, Júlio Baptista encara o desafio de treinar um clube brasileiro. Ele comentou, em entrevista gravada para o Resenha ESPN, que pretende seguir na função no Brasil, ainda sem confirmação de vaga.
O ex-meia-atacante participou do programa nesta sexta-feira, 6, e a edição vai ao ar às 22h (horário de Brasília) no plano premium do Disney+. A pauta envolveu a possibilidade de atuar como treinador no futebol brasileiro e o que isso implica na prática.
Para Baptista, a carreira no Brasil é marcada por alta pressão. Ele explica que a função de treinador envolve exposição constante a resultados, com a frequente sensação de instabilidade por derrota. A referência é às cobranças enfrentadas no país.
Pontes com a Ponte Preta
Antes, houve interesse público em aproximar Baptista da Ponte Preta, conforme revelou Luís Fabiano, comentarista da ESPN. O ex-dirigente da Macaca fez o convite ao ex-jogador, avaliando que ele poderia ajudar o clube, mas as tratativas não avançaram para um acordo.
O relato de Fabiano, que foi dirigente da Ponte Preta, indica que houve conversa sobre uma possível contratação. No entanto, não houve evolução para formalização ou assinatura de contrato. A notícia não confirma interesse ativo da equipe no momento.
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