- Alonso lamenta início turbulento na F-1 de 2026, com problemas de motor da Honda nos dois primeiros treinos na Austrália, limitando as voltas da Aston Martin.
- A equipe trouxe um pacote aerodinâmico novo; Alonso completou 17 voltas e terminou em 20º, a 4,933 do líder Oscar Piastri.
- A Honda explica que vibrações no motor afetam o chassi e chegam a danificar a bateria, agravando a situação da Aston Martin, que não tem baterias reservas.
- O chefe de equipe Adrian Newey disse que não há baterias reservas disponíveis, o que pode obrigar o piloto a abandonar o fim de semana caso haja falha.
- Mesmo diante das dificuldades, Alonso afirma que há progresso e que a equipe trabalha para entender a configuração ideal, mantendo o foco no TL3 sem problemas.
Fernando Alonso enfrentou um início turbulento no fim de semana do GP da Austrália, em Melbourne. O motor da Honda, fornecedora da Aston Martin, apresentou problemas nos dois primeiros treinos livres, limitando a atuação do espanhol. Alonso completou apenas 17 voltas e terminou em 20º, a 4s933 do líder Oscar Piastri.
Aston Martin informou que a equipe não tem baterias reserva e que, com o pacote aerodinâmico completamente novo, ainda é preciso entender a melhor configuração. Os problemas com a potência e a confiabilidade vêm desde a pré-temporada, agravados por vibrações que afetam o chassis.
Causa e impactos
A Honda explicou que uma vibração na parte movida à combustão do motor está comprometendo o conjunto e danificando a bateria, o que reduz a disponibilidade de peças para a equipe. A Aston Martin indicou que pode não conseguir completar a corrida em Melbourne, com Stroll estimando até 15 voltas de resistência.
Alonso comentou, sem apresentar opinião pessoal, que a situação exige ajuste rápido e reconhecimento do pacote, destacando a frustração com o fornecimento da Honda. Apesar disso, o piloto ressaltou que a equipe segue buscando soluções e melhorias.
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