- Período no Cruzeiro: de 1963 a 1978, liderando o time no ciclo de ouro da década de 1960 e 1970, com 566 partidas oficiais, tornando-se o 4º jogador com mais jogos pelo clube e 40 gols marcados.
- Posições e estilo: atuou como volante e, ao longo do tempo, recuou para zagueiro central, exercendo frequentemente funções como líbero ou quarto-zagueiro, mostrando leitura de jogo e saída de bola eficientes.
- Títulos defendendo o Cruzeiro: Taça Brasil de 1966, Copa Libertadores da América de 1976 e Campeonato Mineiro (dez títulos entre 1965 e 1977).
- Liderança e legado: conhecido como o eterno capitão, foi referência institucional e integrou o núcleo do ciclo vitorioso ao lado de Dirceu Lopes, Tostão, Raul, Natal e Zé Carlos.
- Origem e encerramento da carreira: iniciou no Renascença (BH) e chegou ao Cruzeiro em 1963, encerrando a carreira no clube em 1978 como ícone da história celeste.
Ao longo de 15 temporadas consecutivas, Wilson Piazza vestiu a camisa do Cruzeiro entre 1963 e 1978, tornando-se um símbolo do clube nas décadas de 1960 e 1970. Líder do time histórico celeste, ele é lembrado como o eterno capitão do ciclo de ouro.
Com 566 jogos oficiais pelo Cruzeiro, Piazza ocupa o 4º posto entre os atletas que mais atuaram pelo clube. Anotou 40 gols, apesar de atuar principalmente como volante e laterais defensivos.
Iniciou a carreira no Renascença, de Belo Horizonte, antes de chegar ao Cruzeiro em 1963. Em 1966 já era capitão, comandando o elenco ao lado de Dirceu Lopes e Tostão.
Títulos sob seu comando
Piazza foi figura central na Taça Brasil de 1966, na final contra o Santos. Em 1976, conduziu a equipe na conquista da primeira Copa Libertadores da América do clube. No estadual, levantou 10 vezes o Campeonato Mineiro.
Legado técnico e influência
Defensor de leitura de jogo, Piazza começou como volante e migrouse para a zaga, atuando como líbero e como quarto-zagueiro. Sua versatilidade elevou a importância tática e a liderança dentro de campo.
Piazza permanece presente em listas de maiores jogadores da história do Cruzeiro, ao lado de nomes como Dirceu Lopes e Tostão. Sua participação em finais e campanhas históricas consolidou seu papel como referência institucional do clube.
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