- O Los Angeles Lakers tem boa campanha, mas o técnico JJ Redick é alvo de críticas por um ataque visto como “previsível”.
- Redick disse que o ataque não depende apenas de jogadas desenhadas, mas de alinhamento, formações e espaçamento, com pressão no garrafão e transição rápida.
- Dados mostram alta utilização de bola de Luka Doncic, LeBron James e Austin Reaves entre os líderes da liga; o Lakers é o décimo ataque mais eficiente, com mais de 116 pontos por cada 100 posses.
- A equipe não tem pivôs entre os jogadores de alto uso de posses; Deandre Ayton é especulado para a posição, mas o treinador mantém o foco no uso do elenco existente.
- Redick afirma que as ações já geram resultados e que vídeos são usados para orientar jogadores como Ayton e Jaxson Hayes sobre o funcionamento do ataque.
O Los Angeles Lakers enfrenta críticas ao seu sistema de jogo ofensivo, defendido pelo técnico JJ Redick. Enquanto a equipe tem atuação sólida na temporada, fãs e parte da imprensa apontam uma dinâmica de ataque previsível, com a bola nas mãos dos criativos desde o início das posses.
Redick rebateu as acusações ao ressaltar que o ataque não depende apenas de jogadas desenhadas. Segundo ele, o foco está em alinhamento, espaçamento e pressão no garrafão desde os primeiros segundos de posse, com possibilidade de finalização rápida em transição.
Dados de uso de bola indicam concentração ofensiva, com Luka Doncic liderando a NBA em posses por jogo (36,2%), seguido por LeBron James (27,3%) e Austin Reaves (27%). O Suns também registra três jogadores no Top 35, o que é destacado pelo treinador como justificativa de estilo.
Para sustentar o modelo, Redick apontou que o ataque organizado prioriza manter jogadores espalhados pelos corners e explorar o espaço na quadra. O objetivo é manter pressão constante, criar oportunidades de finalização precoce e explorar transições rápidas sempre que possível.
Sem pivôs com alta participação nas posses, o Lakers concentra a armação ofensiva em jogadores de perímetro. Questionamentos sobre Deandre Ayton surgiram recentemente, mas o técnico enfatiza que o esquema funciona com a participação de garrafão, desde que a equipe mantenha a leitura de como pressionar o aro cedo e ajudar o time a vencer.
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