- Ángel Di María, ex-jogador do Rosário Central e ex-Real Madrid, critica a gestão de jogadores argentinos no Atlético de Madrid.
- Ele afirma que o clube não permite o pleno desenvolvimento dos argentinos no elenco e que as trajetórias costumam ser iguais.
- O Atlético tem seis argentinos no elenco: Nahuel Molina, Thiago Almada, Julián Álvarez, Giuliano Simeone, Nicolás González e Juan Musso.
- Di María ressaltou que, quando vestem a camisa da seleção argentina, os jogadores rendem melhor e surpreendem pela equipe nacional.
- O Rosário Central, atual time de Di María, é quarto no Grupo B do Torneo Apertura; a nona rodada foi adiada pela paralisação da AFA, e o retorno está marcado para 11 de março, contra Argentinos Juniors, às 17h30.
Di María criticou a gestão de jogadores argentinos no Atlético de Madrid, dizendo que o clube é estranho para o desenvolvimento dos atletas. Ele não atua no elenco, mas acompanha o time adversário por sua história recente na equipe.
O craque afirmou que a defesa do desenvolvimento não funciona bem para os argentinos e que as trajetórias por lá costumam seguir o mesmo caminho, sem aproveitamento consistente dos talentos nacionais que hoje vestem a camisa do Atlético.
No plantel brasileiro-argentino do Atlético, aparecem seis argentinos: Nahuel Molina, Thiago Almada, Julián Álvarez, Giuliano Simeone, Nicolás González e Juan Musso, com participação regular em jogos e treinos.
Apesar das críticas ao clube, Di María destacou que os argentinos brilham pela seleção, especialmente quando vestem a camisa da Argentina, o que, para ele, muda a forma como jogam e encoraja o desempenho individual.
Atualmente, Di María atua pelo Rosário Central, que ocupa o quarto lugar do Grupo B do Torneo Apertura. A nona rodada foi adiada pela paralisação da AFA em apoio ao presidente investigado por fraude, e o time volta a campo em 11 de março, contra o Argentinos Juniors, às 17h30 (horário de Brasília).
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