- O Corinthians recebeu uma ação de cobrança na Justiça de São Paulo, no valor de aproximadamente R$ 9.035.322,35, mais honorários, juros e custas; a demanda foi apresentada pela SC & PB Consultoria Assessoria Esportiva.
- O processo sustenta repactuação de dívidas feita em novembro de 2023, com pagamento em duas parcelas de R$ 2,5 milhões e 36 parcelas de R$ 40 mil; apenas uma parcela foi quitada.
- Entre os valores cobrados estão comissões por intermediação na contratação de Fellipe Bastos e direitos de imagem; há menção a contratos de 2018, mas há inconsistência quanto aos destinatários dessas parcelas.
- O Corinthians ainda não foi notificado oficialmente da ação; o crédito não consta atualmente na lista de débitos do Regime de Centralização de Execuções (RCE), mas deverá entrar no RCE na fase de execução.
- O presidente na época, Duilio, afirmou que foram firmados acordos de reparcelamento para dívidas pendentes; no total, dívidas com agentes podem chegar a mais de R$ 300 milhões no RCE.
O Corinthians foi acionado na Justiça de São Paulo por uma cobrança de cerca de R$ 10 milhões. A ação foi aberta pela SC & PB Consultoria Assessoria Esportiva, e o valor exato é de R$ 9.035.322,35, acrescidos de honorários, juros e custas. A cobrança envolve dívidas antigas repactuadas em 2023, com pagamento previsto em duas parcelas de R$ 2,5 milhões e 36 parcelas de R$ 40 mil, das quais apenas uma foi quitada.
Os advogados da empresa tentaram acordo amigável, sem sucesso. O processo sustenta que o clube inadimpliu desde 2023, quando o total já superava R$ 6,4 milhões. Juros e correções referentes a dívida antiga teriam aumentado o montante final.
Entre os itens da cobrança, há valores de comissões por intermediação na vinda de Fellipe Bastos, ex-jogador que defendia o Corinthians em 2017, e direitos de imagem de atletas. Não está claro de quem seriam esses direitos. O contrato citado envolve cessões de uso de nome, apelido desportivo, voz e imagem de atleta.
O Corinthians ainda não foi notificado oficialmente. A ESPN tentou ouvir a SC & PB, mas não houve retorno. Gustavo Pinheiro, sócio e advogado da empresa, não comentou; Carlos Leite não respondeu. Fellipe Bastos não retornou; o caso de Souza também não teve contatos encontrados.
Duilio, presidente à época, disse que acordos de reparcelamento existiam e que dívidas antigas já estavam em processo. Ele afirmou que não há como recordar tudo após anos de gestão. O clube avalia o impacto dessas cobranças, que podem ter relação com o RCE envolvendo execuções.
Entre os débitos do RCE, o Corinthians pode ter que pagar mais de R$ 300 milhões apenas em dívidas com agentes, segundo informações do processo. O clube, por ora, não recebeu notificação formal da ação. O texto pode ser atualizado conforme novos esclarecimentos.
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