- Advogada Cláudia Ferreira cobra cerca de R$ 200 mil em honorários não pagos pelo caso em que Marcelinho Carioca venceu Vanderlei Luxemburgo por danos morais, após derrota do treinador na Justiça.
- A ação teve vitória de Marcelinho, com condenação inicial a Luxemburgo de R$ 76 mil, e o ex-jogador obteve êxito em 1ª, 2ª e 3ª instâncias; o processo transitou em julgado em 2016.
- O valor devido vem sendo acrescido de juros e correções; Marcelinho já teve salários penhorados de Luxemburgo no Vasco da Gama e no Palmeiras entre 2019 e 2020, além de ter outra cobrança em torno de R$ 1,5 milhão em processo distinto.
- A advogada diz que Marcelinho não foi localizado desde o início de 2025 e pediu medidas como bloqueio de passaporte e Carteira Nacional de Habilitação, além de buscas por meio de Sisbajud, Renajud e penhora livre.
- A cobrança foi iniciada em janeiro de 2025; Cláudia acusa ocultação patrimonial, alegando que o atleta leva vida “ostensivamente luxuosa” e que há tentativa de fraudar o crédito.
Marcelinho Carioca, ídolo do Corinthians, enfrenta novo imbróglio judicial relacionado aos honorários da advogada que o representou contra Vanderlei Luxemburgo. A ação envolve uma cobrança de valores já majorados por juros e correção, ainda não quitados pela parte executada.
A advogada Cláudia Ferreira afirma que recebeu apenas a parcela correspondente a 10% sobre o valor da condenação, deixando de receber o restante, estimado em quase 200 mil reais com encargos. O processo original tratou de uma indenização por danos morais parcela da disputa entre Marcelinho e Luxemburgo, iniciada após ofensas proferidas pelo treinador em 2007.
O caso teve desdobramentos que se estendem desde a primeira decisão, em 2009, até o trânsito em julgado em 2016, quando não cabem recursos adicionais. Marcelinho buscou a cobrança de valores adicionais, chegando a ter salários penhorados de clubes como Vasco e Palmeiras entre 2019 e 2020. Paralelamente, houve disputas envolvendo dívida com o escritório L. Coelho e J. Morello, com penhora de valores e outros bloqueios.
Progresso recente e status processual
A advogada abriu a processo de cobrança no início de 2025, porém não localizou o rendilhado; segundo a peça, Marcelinho estaria se esquivando da citação. Em janeiro, houve pedido de bloqueios de passaporte e CNH, inicialmente negados, e solicitações subsequentes para pesquisas patrimoniais com base em sistemas de proteção de ativos.
A defesa de Marcelinho alega que a ação de indenização foi integralmente quitada, com o fim do processo em 2024, e que não houve atraso intencional no pagamento dos honorários. A parte autora sustenta que o ex-jogador omite patrimônio para dificultar execuções.
Além do caso com Luxemburgo, o atleta acumula outras pendências judiciais, como um processo movido por um casal que busca reparação por morte de filho ocorrido em 1998 no sítio do ex-jogador. A instituição de medidas de recuperação de ativos tem sido tema recorrente nos casos envolvendo a figura pública.
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