- Lewis Hamilton, da Ferrari, disse que Ayrton Senna não era apenas um campeão, mas também uma pessoa extraordinária com visão ampla.
- O piloto ressaltou que Senna usava a visibilidade da Fórmula 1 para falar sobre temas sociais, como sustentabilidade, direitos das crianças e racismo.
- Hamilton afirmou que, com a visibilidade que temos hoje, é possível competir e fazer o bem ao mesmo tempo, incentivando mais comprometimento.
- Ele disse ter se inspirado nesse legado a partir de certa idade, ressaltando a importância de usar a influência para causas sociais.
- O britânico citou o filme “F1” como exemplo de promoção de diversidade, destacando que após a estreia fãs passaram a perguntar caminhos para ingressar na Fórmula 1.
Lewis Hamilton elogiou Ayrton Senna, destacando que o brasileiro foi muito além de um campeão na Fórmula 1. Em entrevista ao Corriere della Sera, o piloto da Ferrari disse que Senna tinha uma visão ampla, voltada a temas sociais como sustentabilidade, direitos das crianças e combate ao racismo, reforçando a influência da sua posição de destaque fora das pistas.
Segundo Hamilton, a visibilidade proporcionada pelo esporte pode ser usada para promover mudanças. Ele afirmou que é possível competir e, ao mesmo tempo, contribuir para causas sociais, ressaltando que esse desejo de ajudar pode se intensificar conforme o tempo passa.
O relato de Hamilton também aponta para um legado que vai além das corridas. O piloto citou que Senna utilizava a exposição na elite do automobilismo para tratar de temas relevantes, criando um modelo de atuação que transcende o esporte e inspira fãs a pensar em ações para a sociedade.
Fora das pistas, Hamilton tem utilizado o próprio alcance para iniciativas sociais. Em relação ao filme F1: O Filme, o brasileiro foi citado como exemplo de representatividade na indústria, com a inclusão de uma mulher e de um ator negro em posições de destaque na equipe principal.
Após a estreia do projeto audiovisual, Hamilton relatou ter sido procurado por fãs interessados em trilhar caminhos para ingressar na Fórmula 1, evidenciando o efeito multiplicador da produção na busca por diversidade na modalidade.
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