- Flamengo confirmou a demissão de Filipe Luís na madrugada de 3 de março, após goleada de oito a zero sobre o Madureira na semifinal do Carioca.
- Um áudio vazado mostra o presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista (Bap), explicando que decidiu atuar para manter a instituição no rumo desejado.
- Segundo a ESPN, Filipe Luís foi informado da saída pelo diretor de futebol, José Boto, que disse não concordar com a decisão.
- A versão interna aponta que a decisão também teria relação com a descoberta de uma negociação do jogador com o Chelsea, durante a renovação com o Flamengo, embora pessoas próximas ao treinador neguem a negociação.
- A agenda do Flamengo prevê jogos contra Fluminense, Cruzeiro e Botafogo, entre março, com o próximo confronto no Carioca e partidas do Brasileirão.
O Flamengo confirmou na madrugada desta terça-feira a demissão de Filipe Luís, decisão comunicada após uma goleada de 8 a 0 sobre o Madureira, na semifinal do Carioca. O clube informou que o desligamento ocorreu por motivos que vão além do desempenho técnico.
Segundo apurações, o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, justificou a saída em áudio vazado entre dirigentes. Ele afirmou que agiu para manter a direção da instituição e não compartilhar caminhos considerados inadequados para o clube.
A decisão também envolve o diretor de futebol, José Boto, que comunicou o desligamento ao treinador. Boto admitiu resistência à medida, mas afirmou ter sido solicitado a comunicar a demissão.
Pelo menos uma dúvida interna girou em torno de uma negociação recente envolvendo Filipe Luís com o Chelsea, durante o processo de renovação com o Flamengo. Pessoas ligadas ao técnico afirmam que Filipe não fechou acordo com outro clube.
No comando técnico, o Flamengo passa a buscar planejamento para os próximos jogos, com confronto contra o Fluminense pela final do Carioca marcado para 8 de março, além de partidas do Brasileirão contra Cruzeiro e Botafogo, em março.
Versões sobre a demissão
Entre as pessoas próximas ao treinador, há defesa de que não houve negociação com clubes. Alegam que o agente ficou dois dias sem responder, o que, segundo o técnico, interrompeu a renovação e levou à intervenção do presidente.
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