- Os Washington Commanders concordaram em pagar 1 milhão de dólares ao Distrito de Columbia para encerrar uma ação movida em 2022, que alegava que os ex-proprietários mentiram aos fãs sobre um inquérito de assédio sexual e um ambiente de trabalho hostil.
- O time era controlado por Daniel Snyder na época e foi vendido para o grupo de Josh Harris em 2023, por 6,05 bilhões de dólares.
- A liga já multou Snyder em 60 milhões de dólares após investigação independente que apontou assédio sexual de uma funcionária e a retenção de receitas de outros clubes.
- O atual(s) proprietário(s) dizeram que abriram um novo capítulo na história do clube, com compromisso de proteger os funcionários de abusos e tratá-los com dignidade.
- Como parte do acordo, o Commanders manterão um departamento de recursos humanos, uma política anti‑assédio e um protocolo de investigação de condutas; o time não comentou sobre o acordo.
O Washington Commanders concordou em pagar US$ 1 milhão ao Distrito de Columbia para encerrar uma ação movida em 2022, que acusava os antigos proprietários de terem mentido aos torcedores sobre uma apuração de conduta sexual e de um ambiente de trabalho hostil. A chamativa prática envolve alegações de ocultação de informações.
O acordo foi anunciado nesta segunda-feira pelo procurador-geral do DC, Brian L. Schwalb. Na época, o time era de propriedade de Daniel Snyder, que vendeu o clube para o grupo de Josh Harris em 2023 por US$ 6,05 bilhões. A liga já havia multado Snyder em US$ 60 milhões após uma investigação independente.
Detalhes do acordo
Como parte da composição, os Commanders devem manter um departamento de recursos humanos, uma política antiassédio e um protocolo de investigação para denúncias de má conduta. O clube não comentou o litígio nem o acordo com o governo local.
A operação de venda anterior não encerrou outros litígios envolvendo o time. Três anos antes, a franquia já tinha chegado a um acordo com o governo do DC sobre depósitos de ingressos para a temporada.
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